Revelado pelas categorias de base do Corinthians e com passagens por Cruzeiro –onde foi autor de uma célebre trolagem contra um repórter de rádio–, Botafogo e Internacional, o ex-jogador Gil foi preso nesta quinta-feira (1º), no condomínio onde mora, em Araçatuba, no interior de São Paulo. O motivo da detenção é o não pagamento da pensão alimentícia.

O mandado de prisão foi expedido no último dia 17 de outubro e, de acordo com a Justiça do Paraná, a dívida do jogador gira em torno de R$ 25 mil. Após ser detido, Gil foi levado para a Central de Flagrantes de Araçatuba e depois seguiu para a cadeia de Penápolis.

A defesa do ex-jogador não foi encontrada para comentar o caso.

A carreira

Gil foi revelado pelas categorias de base do Corinthians e jogou nos profissionais do clube entre 2000 e 2005, anos em que conquistou alguns dos títulos mais importantes da carreira, como o Torneio Rio-São Paulo e a Copa do Brasil de 2002, além de ter sido finalista do Campeonato Brasileiro daquele mesmo ano, última edição antes de se iniciar a chamada “era dos pontos corridos”.

Ainda no futebol brasileiro jogou pelo Cruzeiro, onde foi campeão mineiro, Internacional e Botafogo.

Em 2009, teve uma rápida passagem pelo Flamengo, clube pelo qual atuou em cinco partidas, além de ter atuação destacada no tradicional Juventus da Mooca durante a Série A do Campeonato Paulista em 2015. No exterior ainda jogou pelo Verdy Tokyo, do Japão, e também pelo Gimnàstic, da Espanha.

Pegadinha em repórter e a Lei de Gil

Um dos episódios mais marcantes da carreira de Gil não foi nenhum gol ou título importante conquistado e sim uma brincadeira, de gosto duvidoso, que ele fez com um repórter de uma rádio católica logo após o Cruzeiro conquistar o título de campeão mineiro em 2006.

Ainda no gramado e em meio à euforia da comemoração, ele foi questionado pelo jornalista se “valia tudo”, evidentemente se referindo à festa pela conquista. O jogador então não pensou duas vezes antes de responder: “só não valer dar o...”.

A resposta inesperada causou indignação do repórter que se perguntou como um jogador profissional (enfatizando a palavra profissional), em uma rádio católica (também dando ênfase a orientação religiosa do veículo), poderia falar uma besteira daquela.

Tanto a resposta, quando a reação do repórter, acabaram virando meme na internet e o fato ficou conhecido nas redes sociais como a “Lei de Gil”.

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