A cada hora que passa, novos fatos surgem a respeito da brutal morte do meia Daniel, jogador que pertencia ao São Paulo, mas que estava emprestado ao São Bento, de Sorocaba. Uma conversa de WhatsApp, à qual a Polícia teve acesso, contradiz a versão apresentada por Edison Brittes, o Juninho, suspeito de ser responsável pela morte do jogador, e de sua filha, Allana.

Nos depoimentos prestados à polícia, pai e filha disseram que o jogador estava tentando estuprar Cristiana, esposa de Juninho e mãe de Alana.

No entanto, os prints de uma conversa da garota com um amigo, além de uma tia, mostram que ela, antes, apresentou uma versão totalmente diferente dos fatos.

Nessa conversa, Alana diz para a tia de Daniel que ele havia saído da casa por volta das 8 horas. Ao ser indagada pela tia se houve alguma anormalidade, ela procura tranquilizar a mulher, afirmando que não houve nada e que tudo correu bem. O diálogo ocorreu na segunda-feira (29), dois dias depois do jogador ter sido morto.

Já em uma conversa que teve com um amigo de Daniel na noite de sábado, ela diz que não sabe onde o jogador estava. Em outra conversa, ela fala ainda sobre sua festa de 18 anos, que estava tudo perfeito e que “era bebida que não acabava mais”.

Em vídeo, garota relata briga

Em um vídeo, que se tornou público logo após Allana ter sido presa, a garota relata que ouviu gritos vindos do quarto da mãe.

Não perca as últimas notícias!
Clique no tema que mais te interessa. Vamos te manter atualizado com todas as últimas novidades que você não deve perder.
Polícia PaixãoPorFutebol

Ela conta que após abrir a porta do quarto, viu o jogador em cima da mãe que gritava, enquanto que Daniel nada dizia. “Todo mundo começou a querer fazer alguma coisa contra ele”, disse ela na gravação.

A polícia ainda procura saber se a mulher realmente foi estuprada ou se, caso tenha mesmo havido, o sexo foi consensual. Naquela noite, o jogador havia enviado a um grupo do WhatsApp fotos em que aparece ao lado de uma mulher, que supostamente seria Cristina.

Em vídeo, Allana também havia afirmando que conhecia Daniel há menos de um ano, porém em suas redes sociais foi achada uma foto de seu aniversário de 17 anos, em que aparece ao lado do jogador.

As versões apresentadas pela filha do acusado se encaixam no depoimento da principal testemunha, que disse que após o crime, o grupo se reuniu na segunda-feira (29), quando o corpo do jogador já havia sido encontrado, para combinar uma versão em comum para os fatos.

Esta testemunha não teria concordado e decidiu procurar a polícia. Juninho teria dito que caso questionadas, era para as pessoas dizerem que não houve briga na casa e que o jogador saiu sem incidentes.

Não perca a nossa página no Facebook!
Leia tudo