Uma notícia sobre um suposto patrocínio bilionário agitou os bastidores do Palmeiras na última semana, com valores que poderiam girar em torno de R$ 1 bilhão ao longo de 10 anos de contrato, o que equivaleria cerca de R$ 100 milhões por ano, que poderia incluir um pagamento de luvas na assinatura do contrato e até mesmo um fundo de emergência.

Às vésperas das últimas eleições presidenciais do Palmeiras, ocorrida no mês passado, o candidato da oposição Genaro Marino disse estar trazendo um novo patrocinador que estaria disposto a pagar uma quantia acima do valor de mercado, inclusive praticado pela Crefisa, atual patrocinadora master do alviverde.

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Porém, Mauricio Galiotte foi reeleito e iniciou as conversas.

A empresa em questão seria a Blackstar, com sede em Hong-Kong e, através de um representante cujo nome é Rubnei Quícoli estaria interessada em patrocinar o clube que recentemente faturou o título brasileiro.

Vale lembrar que Quícoli já se encontrou e tirou fotos com o ex-presidente do clube Paulo Nobre, que apoiou Genaro Marino nas últimas eleições do clube.

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O curioso é que não existe qualquer tipo de informação sobre esta empresa, que supostamente trabalha no ramo de energia e abrigava outras empresas, as quais até o momento não há qualquer tipo de esclarecimento..

O clube enviou um simples questionário ao representante com o intuito de esclarecer algumas dúvidas e não obteve resposta. Quícoli ainda por cima se incomodou e atacou o presidente do Palmeiras e os atuais patrocinadores do clube, que estão interessados em renovar o contrato de patrocínio por mais 3 anos.

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Através de uma carta aberta, Rubnei Quícoli fez xingamentos a Galliote. "O patético presidente do Palmeiras é um covarde e usa o cargo para difamar e manchar a integridade da empresa", disse.

Quícoli ainda aproveitou para atacar o atual patrocinador do clube. "Vale lembrar aos torcedores do Palmeiras que a FAM (Faculdade das Américas) foi adquirida de forma ilícita", acusou.

Nesta segunda-feira, dia 17, o presidente Galliote afirmou em uma entrevista que os documentos apresentados eram falsos e deu por encerrada as negociações: "O Palmeiras encerra qualquer tipo de diálogo por total falta de credibilidade. Entramos em contato com o banco HSBC e recebemos uma carta afirmando que os documentos são falsos".

Representante promete esclarecer a situação

Em contato com a ESPN, Rubnei Quícoli disse que entrará em contato com o Grupo HSBC para verificar o documento enviado ao clube: "Espero receber logo o documento para rebater as informações e deixar as coisas bem claras". E ainda completa: "Faltou bom senso do Palmeiras e deixarei isto bem explicado".

Quícoli ainda ameaça entrar na justiça para barrar a renovação do contrato de patrocínio entre Crefisa e Palmeiras.

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