Em reunião do Conselho Deliberativo na noite desta quinta-feira (20), Pedro Abad corria o risco de sofrer um impeachment, mas por falta de quórum (da cota mínima de 150 conselheiros, apenas 96 estiveram presentes), o presidente do Fluminense se livrou do risco de um afastamento antes do fim de seu mandato.

Após se livrar do risco de impeachment, ele concedeu uma entrevista coletiva na qual fez um balanço dos seus dois anos à frente da agremiação e confirmou que na próxima quarta, haverá uma assembleia geral, que contará com a presença de figuras ilustres do clube, para propor a antecipação das Eleições inicialmente previstas para o final de novembro de 2019.

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"Hoje tivemos reunião para votar o impedimento do presidente e não houve quórum para a sessão ser aberta. Eu quero devolver o poder de decidir quem vai ocupar essa cadeira. A assembleia geral, que são os sócios. No dia 26 de dezembro, vou convocar pessoas importantes no clube, Mário Bittencourt, Celso Barros, Ricardo Tenório, Pedro Antonio, representantes dos departamentos, representantes dos Esportes Olímpicos, clube social, Flusócio e tentar fazer uma alteração no estatuto para antecipar as eleições.

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Eu não tenho apego ao cargo. Mais importante do que eu, é a paz na instituição, a calma", disse Abad, acrescentando.

"Vou formatar a possibilidade de novas eleições no menor prazo possível. Quero uma forma segura e de consenso para que possamos organizar novas eleições no início de 2019, o mais rápido possível. O Fluminense precisa de paz", complementou.

Caso sejam aprovadas, as eleições podem ocorrer em fevereiro ou março. Outro ponto de dúvida é se o futuro mandato será tampão ou iniciará um novo período de três anos.

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Torcida comparece em bom número e pede saída de Pedro Abad

Visivelmente insatisfeitos com o momento do Fluminense dentro e fora de campo, aproximadamente 50 torcedores foram até a porta da entrada principal da sede das Laranjeiras e gritaram palavras de ordem. O principal alvo, como esperado, foi o presidente Pedro Abad.

Debaixo de gritos como "Abad, agora é sério, ou renuncia ou vai parar no cemitério”, os tricolores pediam a renúncia do mandatário.

Logo após a reunião do Conselho, alguns torcedores retornaram às suas casas. De acordo com a Polícia Militar, não houve qualquer tipo de transtorno grave nem em relação a brigas ou a qualquer tipo de dano ocasionado ao patrimônio do clube carioca.

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