Roger Ibañez deixa o Fluminense. Pelo menos, é o que diz o Gazzeta Dello Sport. Em sua versão eletrônica, o jornal italiano confirmou, no início da tarde deste sábado, que o zagueiro de 20 anos foi contratado pela Atalanta, equipe intermediária daquele país, por 4 milhões de euros (cerca de R$ 12 milhões).

Apenas detalhes burocráticos separam o anúncio oficial da transferência de Ibañez. O defensor, inclusive, não deverá ser relacionado pelo técnico Fernando Diniz para o confronto de domingo, às 17h (de Brasília), no Maracanã, quando o Flu enfrentará a Portuguesa-RJ pela terceira rodada da Taça Guanabara, segunda fase do Campeonato Carioca.

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Com 20 anos, Roger Ibañez tinha vínculo com o Fluminense até o final de 2023. No começo do ano passado, o Tricolor das Laranjeiras acertou a compra de 70% de seus direitos federativos junto ao PRS, do Rio Grande do Sul. Até o momento, porém, os gaúchos não receberam a quantia da negociação (R$ 600 mil) e, por conta disso, processaram o clube carioca. Essa negociação, portanto, serviria para acabar com o imbróglio judicial.

O interesse da Atalanta vem de 2018. Na ocasião, os italianos também analisaram o volante Richard (atualmente no Corinthians), o lateral-esquerdo Ayrton Lucas (negociado ao Spartak Moscou) e o centroavante Pedro. A janela de transferências do Futebol europeu fica aberta até a próxima quinta-feira, dia 31 de janeiro.

Flu promove Assembleia Geral para antecipar eleições presidenciais

O Fluminense também tem uma importante decisão fora das quatro linhas. Das 9 às 18h (de Brasília), na tradicional sede das Laranjeiras haverá uma Assembleia Geral Extraordinária na qual, os associados decidem se as eleições para presidente do clube, a princípio marcada para o final novembro, serão antecipadas. Caso haja aprovação dos sócios, o pleito acontecerá, muito provavelmente, no início de março.

Além da carteira de identificação, o sócio, para ter direito a voto, necessita ter mais de 16 anos, fazer parte do quadro há mais de um ano e levar outro documento de identificação.

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Não há quórum mínimo estabelecido.

"Quero devolver o poder de decidir quem vai ocupar essa cadeira (de presidente) a quem efetivamente detém a chance de escolher. Quero uma forma segura e de consenso para que possamos organizar novas eleições no início de 2019, o mais rápido possível. O Fluminense precisa de paz", disse o atual presidente Abad

Recentemente, em duas ações judiciais da sócia Letícia Tavares Gomes, houve a tentativa de se cancelar a Assembleia Geral. As medidas não surtiram efeito, mas ainda há o risco de novas ações para se manter o pleito no final de novembro.