O jogador Juan Cazares, do Atlético-MG, teve seu nome envolvido em uma acusação de agressão e abuso na manhã desta segunda-feira (9). A confusão que gerou a acusação contra o jogador ocorreu em sua casa, em um condomínio fechado em Lagoa Santa, na Grande Belo Horizonte.

Uma modelo de 20 anos e uma empresária de 24 chamaram a Polícia por volta das 6h30 desta segunda e registraram um boletim de ocorrência contra o jogador alegando terem sido agredidas pelo atleta e mais três pessoas.

Uma das jovens teria acusado o jogador de abuso também. O jogador e mais três pessoas, além das duas mulheres, foram encaminhados à delegacia para prestar depoimento.

De acordo com o tenente Tiago Nasser, a confusão teria acontecido após o jogador perceber que as duas moças estariam ficando muito tempo no banheiro da residência. Cazares teria pedido que uma amiga fosse até o local ver o que estava acontecendo.

Foi quando ele teria descoberto que elas estavam usando entorpecentes no local.

Ele teria pedido que as moças fossem embora da casa, pois não queria ninguém usando drogas na residência. Segundo o jogador, elas estavam reticentes em deixar o local e antes de o fazer disseram que alguns itens pessoais, como batom e maquiagem, haviam sumido. Uma das convidadas da festa teria se sentido ofendida e aí começaram as agressões verbais e físicas.

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Polícia

Segundo as jovens, a mulher, mais dois rapazes e Cazares teriam agredido-as e empurrado-as para que saíssem da residência. Elas alegam que o jogador participou de tudo e que teria oferecido R$ 10 mil para que elas não procurassem a polícia nem divulgassem o ocorrido para a imprensa.

Uma das jovens disse, inclusive, que teria sido abusada pelo jogador. Cazares nega todas as acusações. Segundo o jogador do Atlético-MG, as jovens é que teriam solicitado a ele o valor de R$ 10 mil para não divulgar a confusão na festa em sua casa.

Acusação de abuso

De acordo com a polícia, as mulheres passaram por exame de corpo delito e foi descartada a conjunção carnal que uma das jovens alegou contra o jogador e seus amigos. As jovens apresentavam arranhões pelo corpo, mas sem nenhuma lesão mais grave.

O jogador não apresentava sinais de embriaguez quando foi conduzido pela polícia para a delegacia. Todos os envolvidos na acusação estão sendo ouvidos pela polícia da cidade de Vespasiano.

A corporação aguarda as imagens das câmeras de segurança do condomínio para que possam ajudar a elucidar o caso e as acusações contra o jogador.

O Atlético-MG disse que vai aguardar a apuração dos fatos para que possa emitir um posicionamento sobre o caso.

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