O ser humano quando nasce não sabe distinguir o certo do errado, não tem noção de comportamento. Não sabe como agir. Com o decorrer do tempo, auxiliado por pessoas que o corrigem e mostram o caminho certo, aprende a viver.



Durante o percurso da vida questiona: Estou no caminho certo ou errado? Vou chegar ao meu destino?



Muitas vezes não consegue respostas para suas perguntas, o que o torna inseguro. Daí surgem outras perguntas: Será que caminhei até aqui à toa? Quem me indicou este caminho queria o meu bem?





O mesmo acontece com a criança. Ela caminha durante alguns anos, muitas vezes com orientações diferentes, seja do pai, da mãe, do (a) professor (a), do (a) catequista. Com isto, cheia de dúvidas, as inseguranças surgem.



A tendência dela será a de seguir o caminho mais fácil. Por isto: Este é o bonzinho e aquele não. Aquele só quer o meu mal. É aí que mora o perigo. Nem sempre o que é gostoso é bom para nós. Nem sempre o caminho mais fácil é o melhor.



É importante que os pais e educadores apontem um único caminho.

Pode até acontecer discordância. O cuidado que deve ser tomado é a orientação que chegará à criança, que deve ser firme e que possa gerar segurança.



Muitas vezes a orientação dura, mais cheia de amor e autenticidade, levará a criança a espernear muito, o que será melhor para ela. Nesta hora é sim, sim. Não, não. Não pode haver mudança de opinião. Orientações duplas, só geram insegurança e transtorno.

Além do que, a criança começará a desconfiar dos próprios pais. Perceberá que não são convictos. Passará a concluir que tudo na vida  é conseguido na base do choro. A realidade não é bem assim.   



Às vezes recebemos várias informações, inclusive de pessoas que não conhecem o caminho, para chegar em um determinado local e o prejudicado somos nós. Uma indicação errada não é boa para ninguém.   

Os pais devem pedir sempre a sabedoria de Deus para educar seus filhos. Ninguém nasce sabendo ser pai ou mãe. Precisamos de muita humildade para, inclusive, pedir ajuda de pessoas competentes.







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