Amanda Cristina Alves da Silva é dona de casa e precisou ter um parto de emergência após ter tido uma convulsão por conta de epilepsia crônica que é portadora desde seus sete anos de idade.

A crise de convulsão ocorreu após um desentendimento que ela teve com o marido. Logo após a convulsão, Amanda Cristina foi levada ao hospital onde teve o bebê.

A jovem mãe entrou em coma após o parto e disse que a última lembrança que teve era que estava muito nervosa e, por conta disso, acredita que provavelmente sua pressão tenha caído e após isso, ela crê que desmaiou, pois não lembra de mais nada.

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Depois de ficar 32 dias em coma, Amanda Cristina Alves da Silva acordou após de colocarem o seu filho recém-nascido pela primeira vez deitado sobre o seu corpo. Amanda ficou mais duas semanas internada na Maternidade Escola Assis Chateubriand, que pertence a Universidade Federal do Ceará, localizada em Fortaleza. Em seguida, foi liberada para continuar a repousa em casa e disse não ter crítica nenhuma a fazer contra a maternidade em que ficou pois foi muito bem tratada pelos profissionais e crê que se não fosse por Deus e pelos profissionais que cuidaram dela, ela nem sabe o que poderia ter ocorrido.

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Além do bebê recém-nascido Vitor Hugo, que foi o responsável por tirar sua mãe do coma, Amanda Cristina tem mais dois filhos.

Para quem não sabe, a epilepsia, doença qual Amanda Cristina é portadora, é uma alteração temporária do funcionamento cerebral que pode ser revertida. Há vários níveis de crise epiléptica, sendo que as mais perigosas são as que duram mais de trinta minutos, pois estas podem prejudicar as funções do cérebro.

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Saúde Maternidade

Mudança de São Paulo para Fortaleza

Amanda, juntamente com seu marido, saíram de Guarulhos, São Paulo, há aproximadamente quatro anos com a finalidade de encontrar vaga em uma maternidade que desse assistência para a filha que iria nascer naquela época. Os médicos e familiares de Amanda disseram que ela não poderia passar por um parto normal, pois teria grande risco de morrer ela ou a criança no momento do parto.

Disseram também que o parto cesariano era mais fácil de conseguir em Fortaleza, Ceará.

O marido de Amanda sustenta a família fazendo bicos de vendedor de frutas no bairro onde moram, porém, Amanda diz que o marido ganha muito menos do que ela ganha recebendo através do programa social Bolsa Família e alega que o que tem ajudado mesmo o sustento de casa é o Bolsa Família, que é um programa social de transferência direta de renda, que serve para ajudar famílias em situação de pobreza e de extrema pobreza em todo o país.

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