Uma florista de 70 anos, de nome Barronele Stutzman, foi processada por negar a venda de flores para um casal gay, em Washington (EUA). A senhora é muito querida no lugar e mantém a loja há mais de 40 anos. Robert e Curt, que formam o casal gay que teve o pedido negado por Barronele, são amigos da florista já há algum tempo, e costumam comprar flores sempre no local.

Segundo os envolvidos, a senhora não efetivou a venda nesta oportunidade, devido se tratar da ornamentação da festa de casamento do casal, que devido a aprovação de lei no município, podem, enfim, se casar oficialmente.

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Ela alegou motivos religiosos (ela é evangélica) para não efetivar a venda das flores, mas desejou sorte aos amigos, que entenderam a situação e não criaram problema para a velha amiga.

No entanto, o Procurador-Geral da cidade, chamado Bob Ferguson, soube do ocorrido após uma postagem feita por um dos integrantes do casal em uma rede social, na qual ele, inclusive, elogia a atitude educada da mulher, que mesmo sendo evangélica, não teve a mesma atitude radical e estúpida que, geralmente, os religiosos têm, quando se deparam com uma situação que envolve a homossexualidade.

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Porém, o procurador considerou a atitude de Barronele e ilegal e inconstitucional. Ele a enquadrou na lei dos direitos do consumidor, e a processou por se negar a vender as flores ao casal por preconceito, discriminação e intolerância religiosa. Ela ainda teve que pagar uma multa de mil dólares e teve a imagem de seu estabelecimento manchada.

Após o resultado da sentença que condenou a florista, o casal de amigos iniciou uma campanha entre o público gay para ajudar a pagar a multa de mil dólares de Barronelle, considerada sem culpa pelos envolvidos e demais pessoas que souberam do caso.

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Curiosidades

Em pouco tempo, foram arrecadados mais de 85 mil dólares. O fato chamou a atenção da mídia e da opinião pública norte-americana, além de outros setores da sociedade, por se tratar de um caso raro de entendimento entre pessoas ideologicamente separadas, mas unidas pelo mesmo senso de humanidade.

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