A atriz Natalie Portman (33anos) estudou em Harvard na década de 90. Em um discurso repleto porconfissões e experiências pessoais, ela disse que "cada vez que abria aboca, tentava provar que não era estúpida". Recentemente, a celebridade subiu ao palco da prestigiada Universidade de Harvard (EUA),que durante anos foi também a sua casa, e falou para a multidão de estudantesque a assistiam fascinados.

A vencedora de um Oscar por "Cisne Negro" (2011) foichamada para dedicar algumas palavras na cerimônia de formatura, um discursoque encorajou estudantes a assumir riscos e lutar contra suas inseguranças, deacordo com o US Weekly.

Em sua aparição naprestigiada universidade, Natalie Portman relata os dramas de sua carreira,conquistas profissionais e limitações perante a depressão. "O risco melevou a uma de minhas maiores conquistas profissionais. Mas se eu soubessequais eram as minhas limitações, não teria arriscado", disse a atriz em uma desuas aparições públicas mais sinceras até o momento.

Apesar de ter vencido umprêmio da Academia de Cinema, ter uma carreira de sucesso e, mesmo depois deter sido diretora de Cinema e roteirista, a atriz confessou medos que ainda tema atrapalham. "Hoje me sinto como quando eu cheguei à Harvard pela primeiravez, em 1999. Quando entrei, pensei haver cometido um erro, acreditei que nãoera inteligente o suficiente para estar aqui".

Natalie conciliouseus estudos em psicologia com sua carreira como atriz, explicou que em seusanos de estudante universitária foi facilmente intimidada pela inteligência deseus pares. Ele ressaltou que durante seu tempo em Harvard tentou mostrar aomundo que não era apenas uma simples atriz. "Cada vez que abria a boca, tentavaprovar que não era apenas uma atriz boba".

A estrela de "StarWars" e "Closer" também disse que recebeu duras críticas por tentar conciliarpequenos papéis na televisão e filmes com seus estudos em psicologia. "Eu nãome importava se a universidade ia arruinar minha carreira como atriz. Prefiro serinteligente a ser uma estrela de cinema".

As palavras dePortman estavam repletas de confissões e experiências, em um discurso no qualexplicou como foi difícil e emocionante para se adaptar à nova vida competitivade Harvard e, ao mesmo tempo, viver esses anos os quais definiu como "um tantoescuro". "Com 19 anos, vivi o primeiro desgosto, as pílulas anticoncepcionaistomava me deram um pouco de depressão e por estar nos meses de inverno, semmuita luz, me levaram a atravessar momentos difíceis", disse ela. Estetestemunho serviu para explicar melhor aos alunos que, embora haja diasdifíceis e fases que parecem impossíveis, devemos assumir riscos e aprender aconfiar em nos mesmos, porque, em última análise, é sempre possível encontrar afelicidade.

"Você nunca será omelhor", ela disse ao público ansioso. "A única coisa na qual você pode ser omelhor é em desenvolver o seu próprio eu. Faça uso do fato de não duvidar de simesmo como agora. À medida que ficamos mais velhos ficamos mais realistas, e orealismo não nos faz nenhum favor", acrescentou.

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