Cientistas político-militares, pesquisadores e as populações, principalmente de certas partes do globo, parecem inclinados a anunciar o fim fatídico da espécie humana.  O que até pouco tempo era considerada ficção científica e só sendo representada em filmes como Robocop e sobre os drones (aeronaves não-tripuladas) de Hollywood usados na produção da série “Dr. Who” e da franquia “Crepúsculo”. No último dia 28/07/2015 aconteceu na cidade argentina de Buenos Aires, a Conferência Internacional Conjunta de Inteligência Artificial, onde centenas pesquisadores mundialmente renomados redigiram uma carta que serve de alerta para o perigo de armas autônomas municiadas com inteligência artificial ou os chamados "robôs matadores”.

A ONU tem debatido em vários comitês, do perigo da produção da inteligência artificial em máquinas de matar, pois uma vez que tais armas saiam fora do controle humano, isto significa o próprio fim das pessoas. A ONU quer fazer com que as nações proíbam alguns tipos de armas autônomas. Como que para comprovar tais especulações, há um “laboratório” a céu aberto chamado Afeganistão, o qual vive sob a devastação da guerra e a ameaça constante do #Ataque dos drones à sua população.

Sadiqullah uma afegã de 28 anos trabalhava como cozinheira em um hotel em Pech, Distrito do Afeganistão quando drones norte-americanos atingiram a região numa caçada aos combatentes do Talibã. Ela disse que “muitas pessoas no local foram todas mortas na sua frente” pelos andróides alados assassinos.

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Seis anos após o ocorrido Sadiqullah sofre do Transtorno do Estresse Pós-Traumático, ficando somente na sua casa em Jalalabad, chorando convulsivamente e batendo no peito num ciclo interminável de sofrimento mental. Cerca de 60% da população sofre de problemas de saúde mental.

Gerações afegãs foram arruinadas por cerca de 4 décadas de guerras. O Afeganistão é a nação que mais vem sendo bombardeada por drones no mundo e teve mais de 1.000 ataques revelados de 2008 a 2012. De acordo com Comando central dos #EUA, neste mesmo período houveram mais de 36.000 vôos com drones armados ou cerca de 25 por dia naquele país. O que se sabe de fato é que nas áreas controladas pelo Talibã, os drones voadores provocam catástrofes, mas com pouca informação sobre quem de fato morreu ou de como tudo isto afeta as comunidades visadas.

O povo afegão na sua maioria não tem como escapar do conflito e não há quase nenhuma ajuda para os que necessitam de atendimento psicológico. O país possui somente poucos hospitais públicos regionais, ou seja, é correto afirmar que a guerra no Afeganistão causou a elevação de problemas de saúde mental através dos traumas originados com as novas armas de guerra robóticas voadoras.

Todos padecem do mesmo medo, sejam eles civis, soldados e até mesmo combatentes talibãs.

Especialistas afirmam que o programa de uso de drones na região é a forma mais segura de guerra moderna. Porém, mesmo quando estas máquinas não atacam, só a presença delas provoca a incerteza dos acontecimentos com alto custo de comprometimento psicológico. O resumo dos fatos é que viver debaixo dos vôos dos drones onipresentes gera distúrbios psicossomáticos em toda a população do Afeganistão. A pergunta é: como se pode viver assim?! Se é que isso é vida! #Terrorismo