Três pessoas ficaram feridas nesta sexta-feira (21), em um trem Thalys entre Paris e Amsterdã, por um homem armado, que foi dominado pelos passageiros, disse à AFP, um porta-voz da SNCF.

Segundo informações, duas pessoas ficaram gravemente feridas: um britânico e um americano. Um deles foi baleado, o outro esfaqueado. Presente no trem, o ator Jean-Hugues Anglade, feriu-se ao quebrar uma janela para acionar o alarme.

Uma Kalashnikov, uma pistola automática e nove carregadores

O suposto autor, um marroquino de 26 anos, foi levado para a delegacia de Polícia de Arras. Ele estava munido de uma Kalashnikov, uma pistola automática e nove carregadores, e teria efetuado vários disparos.

Ele foi rendido a bordo por militares à paisana, de acordo com a rádio RTL e o diário regional La Voix du Nord. “Dois militares teriam ouvido um barulho vindo do banheiro, como o da culatra de uma arma pesada sendo recarregada.

Eles interviram a tempo de subjugar o homem, antes que ele pudesse usar a arma no trem. Os tiros disparados ocorreram nesse tempo", acrescenta o diário regional.

O trem partiu de Amsterdã e foi desviado para uma estação em Bruxelas, na Bélgica. Ele transportava 554 passageiros. Depois do tiroteio, ele foi novamente desviado, agora, para Arras, e parou. Os passageiros foram levados a um ginásio onde suas identidades foram verificadas. O trem foi revistado e a estação de Arras, evacuada. A primeira metade dos passageiros partirão em um trem para Paris, à noite.

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Polícia Curiosidades

Bernard Cazeneuve se dirige à Arras

Um porta-voz da Place Beauvau, anunciou que o Ministro do Interior, Bernard Cazeneuve, estava a caminho de Arras e confirmou que um homem abriu fogo no trem, acrescentando que nesta fase "Desconhece-se suas motivações" e "Nós não sabemos sua identidade, por enquanto, não sabemos os motivos de suas ações", disse o porta-voz do Ministério do Interior, Pierre-Henry Brandet.

"Falar neste momento de um atentado terrorista é prematuro", acrescentou.

De acordo com o The Future of Artois, o procurador de Arras, presente no local, disse que nada poderia explicar a motivação do louco. "Vamos realizar uma audiência para verificar as condições em que esse drama ocorreu ", disse.

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