O tribunal  na Inglaterra condenou à prisão perpétua a mulher que engenhava esse tipo de "jogo" macabro, em que dois meninos e três meninas com menos de treze anos eram usados como brinquedos nas mãos de adultos, que se revezavam abusando sexualmente de todos eles. Em todos esses crimes de estupro e abuso, uma mulher esteve sempre implicada: Marie Black, de 34 anos, ficará na cadeia para sempre

Ela pegou pena de prisão perpétua porque era a responsável pela organização dessa rede de pedofilia. Organizava todas as festas convidando adultos influentes na sociedade, e dispondo os meninos para eles se satisfazerem. Foram mais de 27 crimes sexuais e de maus tratos cometidos com essas crianças, por mais de dez anos, e o juiz não teve dúvidas tamanha era a crueldade relatada.

Nicholas Coleman, o juiz desse processo, considerou a conduta de Marie Black "completamente depravada", como escreve o jornal inglês Daily Mail

Por isso mesmo, a pena foi bem pesada. Prisão perpétua e essa mulher não voltará a respirar fora de uma cadeia. Agindo com ela, de cúmplices, estiveram o ex-marido Jason Adams (43 anos) e o atual namorado Michael Rogers (53), que pegaram 24 anos de pena de prisão cada um. 

O juiz desse processo revelou em tribunal que nunca tinha pegado um processo tão "angustiante" e acusou esse trio de "tratar crianças que nem brinquedos". É que nesse jogo que esses três engenhavam, eles convidavam adultos, em diferentes cidades na Inglaterra, e levavam para essas festas. Depois sorteavam cartões e distribuíam pelos adultos, para saber quem abusava de qual criança e qual a ordem em que os abusos decorreriam. 

As crianças eram desprotegidas e viviam em um centro de proteção de menores.

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Os abusos se tornaram de tal forma rotineiros que para os meninos era já normal aquilo acontecer. Uma menina chegou a contar para o juiz que não sabia que não era normal uma criança fazer sexo com um adulto e um menino falou que os abusos aconteciam desde que ele tinha apenas dois anos de idade. #Justiça #Europa #Blasting News Brasil