Nas últimas doze horas diversos países manifestaram apoio à França no combate ao Terrorismo depois do massacre de Paris. A capital da moda foi lavada por uma enxurrada de sangue de inocentes que foram friamente executados por terroristas do Estado Islâmico.

O presidente americano, Barack Obama, fez um pronunciamento oficial transmitido na TV, onde repudiou os ataques, disse que os Estados Unidos estão preparados e prontos para oferecer ajuda à França e prometeu trazer os criminosos'perante a justiça', além de perseguir as redes terroristas.

A NATO e A ONU se manifestaram em apoio à França e se colocaram ao lado da nação francesa contra o terrorismo. Angela Merkel, da Alemanha, mostrou-se horrorizada com os ataques e manifestou apoio aos franceses, sobretudo aos familiares das vítimas fatais e aos sobreviventes dos atentados 'odiosos'.

Dmitri Peskov, porta-voz russo disse que a Rússia está pronta para oferecer toda a ajuda possível na investigação da rede terrorista.

Vladimir Putin exprimiu condolências e mostrou-se solidário ao presidente francês,François Hollande. Na Turquia,Reccep Tayyip 'exigiu' um consenso da comunidade mundial sobre o combate ao terrorismo.

Os reis da EspanhaJuan Carlos eLetízia também se mostraram solidários à François. O primeiro ministro britânico, David Cameron, não só se manifestou perante Hollande, como também demonstrou todo o seu repúdio aos atos terroristas através de sua conta pessoal do Twitter, deixando claro que seu país fará de tudo para ajudar à França:

O primeiro ministro da Itália,Matteo Renzi, também está à disposição da França para oferecer ajuda e usou as redes sociais para demonstrar seu estado de choque diante de tamanha crueldade.

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Polícia Curiosidades

O presidente de Portugal, Cavaco Silva e a presidente da República Federativa do Brasil, Dilma Rousseff, demonstraram repúdio aos ataques e ofereceram apoio ao governo francês nesse difícil momento.

Representantes políticos do Peru, Holanda, Venezuela e o presidente da Comissão Europeia,Jean-Claude Juncker, já ofereceram, publicamente, apoio ao governo francês.

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