A cidade de Nova York amanheceu com mais uma notícia em suas manchetes, mas dessa vez, nada de astros da música fazendo shows na Times Square, assaltos e problemas com o trânsito. O assunto do dia foi sobre um padre acusado de desviar cerca de um milhão de dólares (cerca de R$ 3,8 milhões) para 'custear' sessões de sexo com o seu namorado por aproximadamente seis anos.

New York Daily News noticiou que um padre de cinquenta e três anos, pagava mil dólares por mês (cerca de R$ 3.800) para ter sessões de sexo com um homem mais novo que o forçava à chamá-lo de "mestre" e ainda fazia necessidades fisiológicas sobre ele. Alguns fiéis da região disseram que os dois estão envolvidos há pelo menos seis anos e que o dinheiro desviado era proveniente de duas igrejas de Nova York.

No processo aberto por alguns membros das duas igrejas, o padre teria comprado uma casa para viver com o 'namorado', por quase trezentos mil dólares, além de realizar viagens românticas caras para o exterior. Além disso, o processo aponta que o religioso era usuário de drogas.

O advogado que representa as duas paróquias lesadas com o desvio de dinheiro doado pelos fiéis, declarou que o primeiro pedido do processo é que o padre seja afastado imediatamente do cargo não só nas igrejas de onde o dinheiro foi subtraído, como também de qualquer #Igreja. Ele questionou a credibilidade da diocese em manter o padre mesmo percebendo um 'rombo' de mais de um milhão de dólares na receita das igrejas.

Para pressionar as autoridades a determinarem o afastamento do padre, bem como de providências por parte da diocese, membros das igrejas da região criaram uma página no Facebook exigindo justiça.

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Para surpresa de muita gente, o processo alega que acusações de uso de dinheiro da igreja para fins pessoais por parte do padre investigado são feitas há aproximadamente dez anos.

Nenhum representante da igreja comentou o caso até o momento. O processo segue os procedimentos legais indispensáveis e ainda não foi proferida uma sentença para o caso. O padre ou seu namorado também não se manifestaram sobre o caso. #Crime #EUA