Na Índia, uma mulher entregou o pênis de um homem na delegacia da polícia de Sidhi. Apesar de seu nome não ter sido revelado nem pela polícia nem pela imprensa, sua história está correndo o mundo, pelo inusitado desse incidente. Após essa mulher indiana ter confessado sua ação, os policiais foram procurar pelo homem, tentando ainda prestar algum auxílio após esse brutal desmembramento, mas o mesmo já não estaria vivo nesse momento. A mulher se justificou, alegando os diversos abusos sexuais que teria sofrido nas mãos desse homem. 

Um passado de abusos

Quando chegou na polícia com o pênis do homem, a mulher indiana alegou ter sofrido vários ataques sexuais por esse homem, que era seu cunhado.

A mulher estava vivendo na casa do cunhado, enquanto o marido se encontrava a várias centenas de quilômetros, em uma outra cidade trabalhando.  E durante essa estadia, o homem teria abusado sexualmente da cunhada e cometido vários estupros.

Para parar com esses abusos, a solução da mulher foi eliminar o mal pela raiz e acabou cortando o pênis do homem. 

Uma foice como arma do crime

Na noite do crime, a mulher teria dado a entender iria passar a noite com ele. Após os alegados abusos, o plano da mulher era de seduzir o homem, para que ele acreditasse que teriam uma relação sexual consentida. Pegando o homem  desprevenido, ela fez uso de uma foice para cortas as partes íntimas do cunhado. 

Mulher ficou detida pela polícia

Apesar de sua justificação, a mulher, de 32 anos e mãe de três filhos, acabou ficando detida pela polícia, que vai agora abrir um inquérito, mas que poderá acabar com essa mulher sendo mesmo julgada.

Os melhores vídeos do dia

Para já, a polícia já adiantou que a mulher não sofrerá de qualquer problema mental e isso não serviria de desculpa para ter cometido esse crime tão bárbaro.

O homem, o alegado abusador, foi encontrado pendurado em uma árvore, após ter sofrido os cortes nas mãos da cunhada. 

E o leitor, o que acha desse caso? Essa mulher merece ser condenada? Que tipo de condenação? Comente.  #Justiça #Casos de polícia