Um acidente em Portugal provocou a morte de uma criança de quatro anos à frente dos seus pais, depois de um choque violento contra outro veículo, dentro da cidade, onde a velocidade não pode exceder os 50 km/h. Tal como informa o jornal “Correio da Manhã”, o acidente, que ocorreu no passado domingo, dia 10 de abril, matou de imediato uma criança, que estava no lado da porta acidentada, e feriu mais sete pessoas, incluindo uma mulher grávida que está atualmente em estado grave. A causa do acidente fatal teria sido a constante prática das localidades portugueses em colocar sinalizações que apenas tem sinais intermitentes e que confundem facilmente os condutores.

Em uma altura em que os acidente envolvendo imigrantes portugueses estão aumentando consideravelmente e estão preocupando Portugal, a verdade é que também dentro do país, que tem uma enorme comunidade imigrante brasileira, os erros na sinalização estão provocando mortes que poderiam ser facilmente evitadas.

Tal como informa o site “Diário de Aveiro”, foi em um cruzamento, com sinalização intermitente, que o choque violento aconteceu. Uma das viaturas bateu de frente contra a porta direita onde estava o menino, que morreu passados poucos minutos depois do impacto, tendo tido uma parada cardiorrespiratória. Também outras setes pessoas ficaram feridas depois do acidente, incluindo os pais que assistiram à morte do seu filho, sendo que uma mulher, que está grávida, é a única vítima que está lutando pela sua vida e também do bebê que transporta na sua barriga, enquanto os outros feridos estão já fora de perigo.

Os melhores vídeos do dia

Nas redes sociais, muitas são as pessoas que criticam a prática assassina e recorrente dos responsáveis pelas localidades portuguesas, mas também de grandes cidades, em continuarem a colocar sinalização que apenas confunde quem está dirigindo e que já provocou vários acidentes fatais, não se sabendo ao certo porque esse tipo de sinalização se encontra em determinados cruzamentos. A polícia portuguesa está agora tentando descobrir e reconstruir o acidente que está abalando a região norte de Portugal, bem como a comunidade imigrante portuguesa que diz estar farta de tantas desgraças nas estradas nacionais e internacionais.