Apesar do iPhone ter sido oficialmente lançado em 9 de janeiro de 2007, pela Apple, a empresa está sendo processada em 10 bilhões de dólares pelo norte-americano Thomas S Ross. Ele alegou ter inventado e patenteado o produto 24 anos antes.

De acordo com informações do jornal britânico The Telegraph, desta quinta-feira (30), em 1992, Ross registrou uma patente para um ‘dispositivo de leitura eletrônica’ (ERA, sigla em inglês), com funções equivalentes às existentes no iPhone.

Publicidade
Publicidade

Conforme o periódico, a ação judicial perpetrada pelo indivíduo destacou que ele foi a primeira pessoa a registrar um dispositivo concebido para agregar uma nova combinação de mídias e ferramentas de comunicação.  O processo também enfatizou que a ideia foi ‘roubada’ e ‘explorada’ para a criação de vários produtos da Apple, como iPhone, iPods e iPads.

Nos arquivos da ação foram expostos os desenhos originais do ‘celular’ de Ross. Ele afirmou que os dispositivos da Apple foram inspirados em seus desenhos.

Publicidade

‘Bobeou, dançou’

Embora o americano acredite que deva ser ressarcido pela multinacional, legalmente ele perdeu todos os direitos sobre a invenção. Isso aconteceu devido ao fato de Ross ter deixado de pagar as taxas para que a patente fosse oficializada. O processo acabou sendo declarado como abandonado em 1995.

Mesmo que a extinção da patente e todos os indícios jurídicos apontem para a derrota do americano em obter êxito no processo, ele manteve a esperança.

Não perca as últimas notícias!
Clique no tema que mais te interessa. Vamos te manter atualizado com todas as últimas novidades que você não deve perder.
Curiosidades

No litígio, Ross citou o ícone da Apple, Steve Jobs. Para ele, o fato de Jobs ter dito que a empresa sempre ‘roubou’ grandes ideias, foi mais uma evidência do ‘modus operandi’ da gigante da tecnologia.

Além disso, Ross salientou que a Apple lhe causou um enorme prejuízo, “que não pode ser totalmente compensado ou medido em dinheiro”. Atualmente, ele pretende que o processo seja iniciado no Tribunal do Distrito Sul da Flórida.

Pode até ser que apenas o dinheiro não seja suficiente para ele superar os ‘traumas’ causados pelo hipotético roubo da empresa. Porém, se algum dia o estadunidense ganhar os 10 bilhões exigidos, certamente haverá mais motivos para sorrir do que para chorar.

 

Não perca a nossa página no Facebook!
Leia tudo