Uma notícia publicada no fim do ano passado pelo site 'Sputnik', especializado em notícias sobre a Rússia, voltou a gerar debate na internet. Isso porque ela compara o país que fez parte da União Soviética com a maior potência do globo, os Estados Unidos. Tudo começou quando o Coronel aposentado Douglas Macgregor deu uma entrevista à 'Revista Magazine'. Ele disse que o exército que protege o presidente americano Barack Obama não seria tão forte quanto o mundo poderia imaginar e garantiu que os militares russos, por exemplo, seriam superiores aos americanos. 

Além de ser Coronel, Macgregor se especializou em relações internacionais nas Forças Armadas americanas, ajudando muitas vezes o Pentágono.

Ele citou táticas de guerra que seria erradas, mas usadas pelos americanos, como a movimentação do segundo regimento de Cavalaria dos Estados Unidos, quando deixou a Alemanha e foi em direção à Hungria. O único intuito da movimentação era colocar medo nos russos. No entanto, se acordo com o coronel, isso na prática é uma piada e não teria qualquer função em uma guerra de verdade, mas atrapalhando do que ajudando. 

O Coronel disse que a Rússia é deficitária em várias questões, mas que na arte da guerra seria uma das maiores potências de todo o planeta. Em seguida, ele respondeu que a tática da cavalaria americana não confundiria ou enganaria o governo de Moscou, capital da Rússia. O militar americano é sempre chamado para entrevistas. Isso porque além de especialista em guerra e nas relações pelo mundo das Forças Armadas, ele é um herói dos Estados Unidos.

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Entre os seus feitos, está destruir completamente uma Brigada do Iraque em apenas 23 minutos. 

No ataque, apenas um soltado americano morreu, o que é visto em táticas de guerrilha como algo extremamente vitorioso. O ataque ocorreu durante a Guerra do Golfo, que chamou a atenção do mundo no final do século passado.  Ao falar sobre a batalha, no entanto, Macgregor confessou que não teria o mesmo êxito, caso confrontasse o exército da Rússia. "Derrotado não é a palavra certa, a palavra certa é aniquilado", concluiu.  #EUA #Coalizão russa