Quatro hospitais que hospedam um banco de sangue e também campanhas, que ficam localizados na cidade síria de Aleppo, no norte do país foram cruelmente atacados por bombardeios aéreos inesperados. O hospital tem capacidade de oferecer atendimento para aproximadamente 1,3 mil crianças e mulheres mensalmente. No mês de junho, 340 bebês vieram ao mundo graças ao hospital, segundo a Save the Children.

A estrutura do prédio ficou totalmente comprometida, e,infelizmente, essa era a única maternidade em um raio de cem quilômetros. O número de mortos ainda não foi confirmado, mas a desconfiança é que dezenas de pessoas que estavam no local ficaram gravemente machucadas.

O que chocou foi a morte de um bebê de apenas dois dias que faleceu minutos depois que o atentado aconteceu.

Corredores humanitários

A informaçãoé de que a Organização das Nações Unidas - ONU - se apresentou para supervisionar os corretores humanitários que foram desenvolvidos pela Rússia em Aleppo, para dar autorização a aproximadamente 250 mil civis a saírem da cidade.

Os moradores da cidade de Aleppo se mantém escondidos em suas residências devido aos vários ataques e também avisos dos grupos rebeldes que estão combatendo o uso desses corredores.

A abertura desses corredores foi anunciada pelo defensor russo de Bashar al-Assad, e foi apresentada como uma tentativa “humanitária”. Mas rebeldes do grupo e também analistas desconfiam da intenção.

Logo depois de um dia em que a adoção desses corredores foi anunciada, o regime de Damasco voltou a fazer novos bombardeios contra alguns bairros rebeldes que ficam localizados no leste de Aleppo.

Acredita-se que, pelo menos, duas pessoas que estavam lá morreram e três ficaram gravemente feridas, mas os números ainda não são exatos e ainda não se sabe quem realmente cometeu os bombardeios, se realmente foi exército sírio, que estásendo apoiado pela coligação internacional comandada pelos EUA, ou se foram os grupos de rebeldes.

A Síria vem vivendo uma guerra constante desde o ano de 2011, e aproximadamente 250 mil pessoas já morreram por conta desses ataques.

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