Há 3 semanas, um caso fatal aconteceu em Brasilia, quando uma TV de 29 polegadas caiu sob a cabeça de um menino de apenas um ano. E agora, na última segunda-feira, dia 10 de outubro,um bebê morreu enforcado por um colar.

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O acidentefoi dentro da creche do bebê e, segundo funcionários, as crianças estavam em "horário do cochilo”

No dia 5 de outubro, o pequeno Deacon se enforcou com seu próprio colar de pedrinhas.Deacon Ryan Morin foi levado às pressas ao hospital, mas sofreu complicações e não resistiu.

O menino faleceu na última segunda-feira, dia 10.As informações são do jornal inglês "Daily Mail”.

De acordo com os relatos dos funcionários da instituição, o Deacon estava em"horário de cochilo" com sua turma em sua sala da creche eusava um colar de bolinhas de "ambar" (um tipo de pedras muito usado em colares e bijuterias), quando se enforcou com o cordão e foi levado às pressas ao hospital.

Ao chegar à clínica, a vítima foi internada na UTI, mas seu quadro era grave e os médicos explicaram que o menino estava com morte cerebral.

Nesse momento, a mãe tomou a decisão de desligar as máquinas e seu filho veio a falecer.

A mãe de Deacon, Danielle Morin, lamentou que nenhum funcionário da crechedeu satisfações ou informações que explicassem o "Acidente".

A policia local está investigando o fato, mas até agora nenhuma conclusão foi divulgada.

O segundo acidente aconteceu em Brasilia, levando à morte de um bebê de apenas um ano de idade

O garoto Arthur Xavier tinha apenas um ano e oito meses quando foi atingido na cabeça por um aparelho de TV de 29 polegadas. Imediatamente, o menino foi socorrido e levado aoHospital de Base de Brasília, mas não resistiu.

A Polícia Civil explicou que o aparelho seencontrava em cima de umcriado mudo, quando caiu sob a cabeça de Arthur.Logo após o acidente, a vítima foi socorrida e levada de helicóptero ao hospital da cidade de Sobradinho (Distrito Federal).

Ao chegar na unidade, o menino estava inconsciente e foi transferido para a UTI do Hospital de Base.

Embora o caso fosse grave, os médicos disseram que o paciente não deveria ser submetido à cirurgia, porque as condições clínicas não indicavama necessidade de uma operação, conforme explicaram os especialistas que analisaram a situação do garoto por meio de uma tomografia.

A secretaria de saúde afirmou que os médicos realizaram os procedimentos necessários para salvar a criança: "Todos os procedimentos padrões utilizados para reverter esse tipo de quadro foram feitos pela equipe multidisciplinar do Hospital de Base, que é referência no atendimento a trauma", esclareceu o órgão.

Arthur não resistiu e faleceu ainda no Hospital por conta de um traumatismo craniano. Amigos e familiares prestaram homenagens ao garotinho nas redes sociais.

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