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Um caso chocante que aconteceu na China, na semana passada, tem novos desenvolvimentos. Um homem de aproximadamente 40 anos levou uma menina de 12 anos, grávida de 3 meses, ao hospital para realizar exames médicos. O homem afirmou que a menina tinha 20 anos, para não levantar suspeitas. A Polícia que investiga o caso acredita que a criança foi vítima do tráfico infantil.

O general de polícia Ho Sy Tien, responsável pelo caso e diretor do Departamento de Policia Criminal, está trabalhando em conjunto com o Ministério de Segurança Pública do Vietnã e fez declarações sobre o caso.

O oficial acredita que a criança teria sido vendida há alguns anos. De acordo as investigações, alguns dados sobre o fato levam a crer que a menina teria sido “comercializada” entre 2010 e 2011, quando tinha apenas 6 ou 7 anos de idade.

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A equipe continua as investigações, para localizar a família da adolescente e descobrir quem foram os responsáveis pelo tráfico da criança. O general Tien acredita que logo localizará os familiares, pois como o caso ganhou repercussão, ele aguarda que alguém reconheça a menina e comunique as autoridades onde estão seus parentes.

Relembre o caso

Na sexta-feira do dia 07 de outubro, um homem de 40 anos, alegando ser o marido da menina, levou-a para realização exame em um hospital da China. O homem chegou acompanhado da garota e de uma mulher, que se identificou como sogra da garota. Ele informou aos profissionais de saúde que a gestante teria 20 anos, estaria grávida de 3 meses e que gostaria de saber o estado de saúde do bebê. O homem teria mentido a idade da menor, para não levantar suspeita de abusos sexuais.

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Porém, ele não contava que uma funcionária do Hospital Xuzhou, na província de Jiangsu, onde a menina teria sido levada, o questionasse a respeito da idade da menina. A funcionária afirmou que certamente a garota não estaria próximo dos 20 anos. O homem irritado, respondeu grosseiramente à mulher, falando que ela estava ali para trabalhar e realizar os exames, e não para ficar questionando a vida dos pacientes.

Para piorar a situação dele, a funcionária do estabelecimento de saúde percebeu que a criança não falava o idioma local. Então antes de realizar o exame da garota, comunicou a direção do hospital o que estava acontecendo.

A polícia foi chamada e se dirigiu ao local, e o suspeito foi levado. A adolescente grávida não falava mandarim, o que levou a polícia a acreditar que ela teria sido comercializada em um mercado negro no Sudeste Asiático, que age principalmente no Vietnã.