Um homem matou a filha bebê, deapenas dois meses de idade. O Pai alega que foi apenas negligente, mas está sendo acusado pelo crime de homicídio qualificado, pela morte da menina, durante a noite. A bebê teria começado a chorar, e foi opai a se levantar para preparar a mamadeira para ela. No entanto, como a menina não parava de chorar, ele teria agredido a criança com violência, provocando lesões que se tornaram irreversíveis.

A criança tevemorte cerebral, e acabou morrendo três dias depois, quando foram desligados os aparelhos de suporte de vida.

O caso é chocante e conta mais um triste episódio de violência doméstica, vitimando uma bebê tão pequena. John Burrill, de 31 anos, já foi escutado em Tribunal, na Inglaterra, e a acusação pede pena pesada para esse pai. A mãe da menina, Ashlee Cox, está em estado de choque e não acredita no que aconteceu.

No Tribunal, contou o que se passounessa noite e que, realmente, o companheiro se ofereceu para ir tomar conta da menina, quando ela acordou chorando, durante essa trágica noite. Ainda ouviu a bebê chorando por algum tempo, deixando depois de escutá-la. Mais tarde, John chegou no quarto com a bebê nos braços, já fria e com a boca rocha. Ashlee notou ainda que ele tinha fumado maconha, possivelmente, já depois de ter agredido a menina.

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A mãe chamou imediatamente a emergência, e abebê, Daisy-Mae, estava inconsciente. Quando os paramédicos chegaram, encontraram a menina em parada cardíaca e levaram ela para o hospital. De Blackpool ainda seria transferida para Manchester, mas sem grande sorte. A bebê tevemorte cerebral e, três dias depois, a mãe autorizou que desligassem os aparelhos que estavam a mantendo com vida.

No Tribunal, o pai disse que atirou a bebê para cima do sofá, por ficar "irritado" por ela não parar de chorar, se defendendo com um comportamento negligente.

No entanto, a acusação não duvida de que a menina foi jogada contra uma "superfície dura". Analisada a autópsia, Daisy-Mae apresentava lesões na cabeça, que os especialistas acreditam terem sido provocadas por ser "abanada" e ter batido em alguma coisa dura.

O julgamento vai continuar, na Inglaterra.

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