Uma grande operação de segurança acontece agora, após ataque de militantes armados à uma escola de militares, na cidade de Quetta, na região oeste do Paquistão.

Ainda não há números de feridos ou mortos, mas sabe-se que várias pessoas, incluindo recrutas que estudavam no momento do ataque, ficaram feridos após os atiradores entrarem no prédio e começarem os disparos, segundo testemunhas.

As vítimas do tiroteio foram levadas para um hospital local.

Acredita-se que os atiradores entraram no colégio pelo portão principal, após atirarem no segurança, na noite de domingo.

Fontes locais afirmam que foram ouvidas, há pouco, explosões e tiroteio, nos arredores.

Em um parecer ao jornal Pakistan's Dawn, O ministro Balochistanês, Mir Sarfaraz Ahmed Bugti disse que as forças militares tem total capacidade para combater tais tipo de ataque e ameaças.

O exército Paquistanês, vem conduzindo operações militares de combate aos militantes por toda a extensão próxima à fronteira afegã.

Até o momento nenhum grupo terrorista reivindicou os ataques.

Atentado do mês de agosto

Há suspeitas de ligação entre os ataques de ontem com os cometidos em agosto, no sudoeste do Paquistão, no qual um homem bomba se suicidou em um atentado terrorista, em frente a um hospital.

O local estava ocupado por um grupo de funcionários do Ministério da Justiça Paquistanesa, deixando grande número de pessoas feridas e matando 88.

Na ocasião, o grupo de funcionários prestavam homenagens, em uma cerimônia de luto, a um colega de trabalho que fora assassinado poucas horas antes. 

O grupo terrorista Estado Islâmico, reivindicou o ataque, afirmando que fora feito por um de seus membros.

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Porém um pouco mais cedo, uma facção dos talibãs paquistanêses, a Jamaat-ul-Ahrar, havia assumido a responsabilidade pelo atentado.

O secretário geral da ONU Ban Ki-Moon, em nota, condenou o atentado que para ele foi "particularmente abominável, porque foi dirigido contra um grupo de pessoas em luto".

Também, em resposta ao atentado, o primeiro-ministro paquistanês, Nawaz Sharif, ordenou um reforço na segurança da província.