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Licenciado do governo de Cuba desde 2008, Fidel tratou seu estado de saúde como segredo absoluto. Mantenedor de uma longínqua rivalidade com os Estados Unidos, Fidel acusou diversas vezes o país de realizar tentativas de assassinato contra si.

“Devido aos planos do império, meu estado de saúde se converte em um segredo de Estado a respeito do qual não se pode ficar constantemente divulgando informações", declarou.

A doença que acometeu Fidel nunca foi revelada, e a causa de sua morte ainda não foi divulgada pelas autoridades cubanas.

Comunicação por artigos para o Gramna

As raras aparições ou informações sobre o estado do ex-presidente vinham ou pela TV estatal cubana ou pelo Gramna, jornal oficial do Partido Comunista Cubano fundado em 1965.

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Recluso desde que deixou o governo, Fidel comunicava-se esporadicamente em artigos escritos para o Gramna. Em 2015, o ex-presidente viu com ceticismo a reaproximação história de Cuba com os Estados Unidos. Em seu texto, afirmou não confiar na política dos rivais.

O revolucionário e ex-presidente morreu nesta sexta-feira, dia 25, em Havana, capital de Cuba. Ele tinha 90 anos de idade. O anúncio foi feito por seu irmão mais novo e atual presidente do país, Raúl Castro.