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Um garoto de apenas 12 anos de idade, da cidade de Cheltenham, no Reino Unido, teria assistido a filmes adultos, incluindo vídeos com cenas de incesto como tema. Depois de assistir, o garoto falou para a irmã que, se ela não fosse para cama com ele, eles deixariam de ser irmãos. Os pais souberam o que aconteceu após a garota de 9 anos falar para a mãe que o irmão havia lhe tocado; as situações teriam acontecido várias vezes.

O menino foi interrogado pela família e depois por um promotor de justiça.

Ele confirmou as agressões, disse que os abusos aconteciam quando ele sabia que ninguém ia chegar em casa, e que ela teria concordado com a ideia.

A polícia fez buscas na casa para achar conteúdos de incesto e materiais de filmes adultos infantil.

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“Casos como esses vão aumentar na Justiça por causa do acesso que jovens têm agora os filmes adultos pesados”, disse Ian Fenny, promotor do caso.

A justiça ainda vai julgar o caso, mas já definiu que o garoto vai ser obrigado a passar por programa de reabilitação de crianças e adolescentes, vai ficar internado em uma unidade de tratamento psicológico sem acesso à internet e não pode ter contato com ninguém que tenha menos de 15 anos. Também não vai poder ter qualquer relação com sua irmã num prazo de dois a quatro anos. Quando terminar o tratamento na instituição, ele será monitorado de perto até os 19 anos.

De acordo com informações do site inglês 'Daily Mail', o juiz do caso disse que o crime reforça os cuidados que os pais devem ter com seus filhos: “as crianças hoje têm acesso livre a internet, e com isso a conteúdos de filmes adultos”, disse o Juiz.

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De acordo com o promotor inglês que cuidou do caso, o crime reforça os cuidados que os pais devem ter ao deixar seus filhos usarem livremente a Internet, uma vez que, atualmente, as crianças têm livre acesso a conteúdo sexuais pesados ao navegarem pela rede mundial de computadores.

O adolescente tem agora 14 anos e sua identidade será mantida em sigilo até o fim das investigações, por motivos de segurança.