Eric Schmitt-Matzen, de 60 anos, tem todo o biotipo necessário para incorporar o bom e velho Papai Noel. Com isso, ele participa em mais de cinquenta atividades por ano vestido como o bom velhinho do Natal, levando alegria às crianças.

Recentemente, recebeu um chamado com urgência para que visitasse uma criança de apenas cinco anos de idade. Ela estava com uma doença rara e à beira da morte em um hospital do Tennessee nos EUA e queria que seu último desejo fosse ver o papai Noel antes de morrer.

Comovido com a história, Eric que já havia encerrado o seu expediente naquele dia, vestiu rapidamente a sua roupa de Papai Noel e foi correndo para o hospital onde a criança estava internada.

Ao chegar no quarto, pediu para que todos os familiares se retirassem, pois se visse eles chorando não iria conseguir fazer o seu trabalho.

Eric relata que a criança estava na cama muito fraca e que ao ver a criança naquele estado, sentou-se na cama ao lado e disse que a partir daquele momento ele era o seu duende número um. A criança sorriu ao escutar essas palavras e Eric então entregou ao garotinho um presente, mas que de tão fraco ele mal conseguia desembrulhar. A criança então se virou para o papai Noel e perguntou: “Eles disseram que eu vou morrer. Como vou saber que cheguei aonde deveria chegar?”. Eric, sem saber o que responder à criança, disse que quando ele chegasse lá era para dizer que ele era o duende número um do Papai Noel e que assim eles iriam deixá-lo entrar.

Com os olhos quase fechando, Eric conteve as lágrimas e abraçou a criança antes que ele terminasse de dizer qualquer coisa e foi então que o sentiu indo embora.

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A criança morreu ali em seus braços.

Ao voltar para casa depois do triste acontecimento, Eric teve que parar durante o caminho, pois não aguentava tanta tristeza que estava sentindo. Contou ter demorado semanas para tentar parar de lembrar unicamente daquele momento.

Hoje, Eric Schmitt-Matzen vê o que ele realmente representa para as crianças e que toda essa história o marcou profundamente fazendo com que visse o papel que interpreta com outros olhos.

Os familiares não quiseram divulgar o nome da criança.