Mary Beth Haglin, de 24 anos, confessou ter mantido relações sexuais com um aluno, quase todos os dias, durante um período de seis meses. Professora na mesma escola, ela admitiu ter seduzido o garoto, e manter essa sedução, durante todo o tempo, enviando 'nudes' e fotos sensuais para ele. Quando foi flagrada, ela foi dispensada da escola e aceitou um trabalho de stripper. Agora, está em julgamento por comportamento impróprio com o aluno, de 17 anos, e não vai escapar a uma pena de cadeia.

Apesar dela continuar garantindo que foi o garoto que a seduziu e que, nesse caso, seria ela a única vítima, a verdade é que a prisão será a sua casa nos próximos tempos.

Pelo menos, foi essa a recomendação deixada pelo juiz, dizendo que ela deverá apanhar uma pena de dois anos de cadeia, quando for sentenciada em fevereiro do próximo ano. Para o juiz, Mary Beth "explorou sexualmente" o garoto, durante seis meses.

Durante o tempo que demorou o inquérito, no Tribunal de Iowa, Estados Unidos da América, Mary Beth deu várias entrevistas, até na TV, onde contou várias coisas que acabaram jogando contra ela, para o julgamento. A professora começou por contar que foi o rapaz que a seduziu, em um momento mais carente de sua vida. Ela teria rompido há pouco tempo com o namorado e por estar mais afetada e sozinha, ela teria permitido a aproximação e a atenção que o rapaz lhe dava. "Ele foi muito inteligente", contou Mary Beth sobre a alegada estratégia de sedução utilizada pelo garoto, que mandava bilhetinhos românticos para ela.

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E, quando ela tentou terminar tudo, o rapaz teria feito chantagem com ela, ameaçando contar tudo.

No entanto, o caso só seria revelado, quando um outro aluno os flagrou.

Mas se o Tribunal não considerou estas revelações, até porque as mensagens no celular provariam o contrário, eles prestaram atenção para outras declarações. Foi na TV que a jovem professora confessou ter tido sexo com o garoto, quase diariamente, no seu carro, no carro dele, na casa do pai e da mãe do rapaz. Juntando a isso, todas as selfies atrevidas que a investigação encontrou no celular do garoto, fazendo com que o juiz considerasse exploração sexual.