Após um relatório da CIA vazar na internet, revelando que o empresário e agora presidente eleito Donald Trump foi auxiliado por hackers russos durante a disputa eleitoral contra Hillary Clinton, inúmeras dúvidas e questionamentos surgiram sobre a veracidade do processo eleitoral norte-americano. Barack Obama, presidente em exercício dos EUA, se pronunciou sobre o caso e expulsou 35 diplomatas russos do país.

As acusações do hacking, ao contrario de muitos burburinhos que surgiram, não sugerem manipulação nos resultados das urnas e sim que os criminosos pela internet tiveram acesso aos computadores dos Democratas e dos Republicanos, mas divulgaram apenas os documentos confidenciais e sigilosos ligados a Hillary no WikiLeaks.

Desta maneira, Trump foi protegido e, consequentemente, favorecido nas eleições, enquanto a democrata foi prejudicada.

Mesmo com essas informações divulgadas, muitas pessoas ainda acreditam que estas comprovações não são nada mais do que ideais de opositores para tentar desqualificar a vitória republicana. Entretanto, nestes últimos dias um documento que pode provar que as eleições, de fato, foram fraudadas surgiu, e este mesmo documento sugere que por hackers russos.

Segundo informações do site Olhar Digital, o documento divulgado comprova que a Agência Nacional de Segurança, departamento que estava dentro das acusações de Snowden, de vigiar pessoas pelo mundo todo de inúmeras maneiras, tem capacidade de identificar os autores desta ação.

Lembra do caso Snowden?

Edward Snowden, que pertenceu a CIA e a NSA, ficou conhecido ao expor informações secretas da segurança dos EUA e expor para o mundo todo os programas que o país usava para espionar cidadãos americanos e inúmeros outros países, inclusive acompanhar conversas da ex-presidente Dilma Rousseff.

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Depois de vazar estes documentos, Snowden teve que fugir dos EUA e pedir asilo a outros países, atualmente ele se isolou em uma cidade da Rússia e esta fazendo negociações para voltar aos EUA com anistia.

Na época em que o ex-técnico da CIA vazou os dados, afirmou que o fez pois sentiu a obrigação moral de revelar ao mundo o tamanho do poder de vigilância que o governo dos EUA detinha. Revelou que a população tinha o direito de saber, e assim decidir se achava certo ou errado, e, com isso, gerou inúmeros debates acerca do poder e os meios que alguns países utilizam para continuar tendo este poder.