Uma jovem britânica, de apenas 15 anos de idade, foi sequestrada e não houve pedido de resgate porque o criminoso preferiu mantê-la no cativeiro, transformando-a em escrava sexual. Uma residência no centro da Inglaterra passou a ser a sua nova moradia, onde ela sofreu horrores. Hoje, ela tem 44 anos, e para superar o trauma, resolveu escrever um livro contando tudo que vivenciou naquela época.

"Secret Slave", ou "Escrava Secreta", é o livro dessa #Mulher, que ficou 13 anos presa, servindo de escrava sexual. Ela conta o que precisou fazer para conseguir sobreviver.

A história toda começou com a jovem sendo rejeitada por seus pais.

Quando conheceu um taxista, logo se tornou amiga dele. Os dias foram passando, ela confiando cada vez mais no homem, até que ele a convidou para ir a sua casa tomar um chá com sua família. Na casa, moravam muitas pessoas. Depois de tomarem o chá, ele pediu para que ela dormisse lá, pois já era tarde e foi aí que o pesadelo começou.

Naquela mesma noite, a jovem foi estuprada e não conseguiu mais voltar para casa. Ela ficava imaginando o dia em que o estuprador iria entrar no quarto, mandar ela vestir a roupa e ir embora, mas isso nunca aconteceu.

Dia após dia, aquela jovem sofria todo tipo de mau trato e abuso sexual. Os estupros eram quase que diários e os parentes do taxista sabiam de tudo e também ajudavam a torturá-la.

Por diversas vezes. ela engravidou e os bebês foram todos entregues a pessoas estranhas.

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O primeiro bebê foi circuncidado e teve a cabeça raspada. Ela lembra até hoje do momento que lhe disseram que ela nunca mais iria ver o filho. Ela nunca chegou a amamentar as crianças, todos os bebês eram levados ainda bem novinhos. Ao todo, ela teve 4 filhos no cativeiro.

Ela tentou fugir algumas fezes, mas foi impedida. Tentou se suicidar e continuava apanhando cada vez mais. Ela só conseguiu fugir quando escreveu um bilhete pedindo ajudada, que foi entregue a uma assistente social, que tinha ido visitar seu quarto filho. Ela então contou com a ajuda da mulher para deixar aquela vida bem no mês sagrado dos muçulmanos. A família estava reunida em um quarto rezando e ela percebeu que a chave estava na porta. Ela saiu da casa e correu muito até chegar ao carro da assistente social, que estava parado na esquina, já esperando por ela.

Hoje ela teme pela sua vida e espera não ser julgada pelas pessoas que não conhecem sua história e já vão tirando conclusões. #Estupro #Violência