Neste domingo (05), o futebol americano irá atrair a atenção de milhares de pessoas no mundo todo, pois será o primeiro Super Bowl após Donald Trump assumir a presidência dos Estados Unidos, o que significa que as chances de ter um protesto hoje à noite são enormes, ainda mais pelo fato de que o evento contará com a presença de Lady Gaga.

O show do intervalo que tem duração de 13 minutos contará com a presença da cantora pop e há rumores que ela vai deixar sua mensagem contra Trump. Talvez ela nem chegue a citar o nome do presidente americano, mas basta uma mensagem falando de tolerância e inclusão para o mundo inteiro saber para quem ela está mandando o recado.

A NFL já adiantou que de forma alguma tentará impedir Lady Gaga de fazer qualquer tipo de protesto ou até mesmo menções políticas, ela usará o palco como bem entender. Durante as eleições americanas, a cantora pop apoiou Hillary Clinton e após a vitória do empresário, chegou a fazer um protesto em Nova Iorque, bem em frente ao Trump Tower.

O clima, porém, poderá ficar tenso porque na equipe dos Patriots, as duas maiores estrelas apoiam o presidente americano. Bill Belichick, técnico do time, chegou a encaminhar uma cara ao então candidato à presidência daquele país e Tom Brade deu uma entrevista em 2015, direto do vestiário e foi possível ver que no armário do atleta havia um boné com o slogan: "Make America Great Again", ou seja, "Faça os EUA grande de novo", um dos principais slogans republicano.

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Gisele Bundchen já alegou que ninguém da sua família apoia Donald Trump e foi tudo um mal entendido.

Mas essa não é a única ligação entre o presidente dos Estados Unidos e o futebol americano, pois em 2014, Trump tentou adquirir uma franquia da NFL, mas sem sucesso. Ele ofereceu US$ 1 bilhão para ter o Buffalo Bills, mas não venceu o leilão.

Tem ainda uma outra polêmica que aconteceu na década de 80, quando Donald Trump era dono do New Jersey Generals, que era da USFL e o empresário chegou a convencer os outros proprietários a se unirem para uma possível fusão com a NFL.

Só que agora a história é bem diferente, pois Trump é presidente e o NFL poderá ser usado por Lady Gaga para um protesto. O mundo inteiro estará de olho na cantora.