O ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama, durante seus oito anos de governo, sempre apoiou as causas LGBTs e, com isso, criou a legislação dos "banheiros neutros", que permitia a pessoa ir ao banheiro correspondente a sua ideologia de gênero e não seu sexo biológico. Em maio de 2016, Obama ameaçou cortar a verba destinada às escolas públicas que não se adaptassem à nova forma de percepção de banheiro.

Apesar dos conservadores americanos terem dito que Donald Trump se rendeu ao público LGBT durante sua campanha eleitoral, o atual presidente dos Estados Unidos não amoleceu quanto as suas convicções. Apesar de saber que seria alvo de duras críticas e total desaprovação do grupo, Trump revogou a medida de Obama. Trump está cumprindo com as suas promessas, e os protestos pelo país já começaram a acontecer.

A medida ocorreu no momento por causa de um acontecimento no Estado da Virgínia. Um jovem transgênero está processando o Conselho Escolar do Condado de Gloucester por não permitirem que ele utilize o banheiro masculino. Mas a lei que proibia a discriminação sexual na educação não menciona identidade de gênero.

Não foram todos os Estados que aderiram à medida que Obama tomou na época. O Texas e Carolina do Norte, por exemplo, proibiram os banheiros transgêneros.

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Política LGBT

As ligas de basquete e futebol americano, NBA e a NFL, respectivamente, declararam que não iriam fazer eventos grandes nos Estados que não aderissem à legislação de Obama, mas não passou de ameaça.

Situação no Brasil

Durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff foi assinada, pela Secretaria se Direitos Humanos, uma resolução que falava sobre o respeito aos transgêneros e isso incluía acesso ao banheiro de acordo com a identidade de gênero de cada um.

A resolução não tem força para de fato se concretizar e se tornar uma lei, mas deu muito o que falar no Congresso.

Indo contrário a tal resolução, o deputado federal Victório Galli (PSC-MT) criou o projeto de lei que faz do uso indevido do banheiro, em desacordo com o gênero biológico, uma contravenção penal.

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