No sábado, dia 25 de março, um pequeno país da Europa parecia, para os menos avisados, nem transparecer que está enfrentando uma grave crise econômica e sérios problemas com os refugiados que chegam todos os dias ao seu território, seja pela fronteira marítima, ou mesmo terrestre com a Turquia. A nação em questão é a pequenina, mas valente, Grécia, que desde os primórdios da história da civilização humana teve que lutar, e muito, para sobreviver e assim, transmitir o seu imenso legado cultural para toda a humanidade.

Mas o que aconteceu de tão especial neste sábado? Foi realizada na capital do país, Atenas, uma enorme parada militar, a qual contou com a demonstração de variados equipamentos e armas de grosso calibre, em alusão ao Dia da Independência da Grécia.

Em todo momento, no transcorrer do evento, eram apresentados enormes blindados, peças de artilharia sobre veículos automotores e carros de guerra com intrincados sistemas comprados da Rússia, de mísseis Fagot e Kornet, além de equipamentos bélicos voltados à defesa aérea, entre tantos outros instrumentos dignos dos senhores da guerra.

Políticos e militares de peso, como o presidente da República Helênica Prokopis Pavlopoulos e Panagiotis Kammenos, ministro da Defesa do pequeno país dos Bálcãs, estiveram presentes no desfile oficial dos militares representando o Exército, a Marinha e a Força Aérea, bem como os agentes de polícia e do corpo de bombeiros.

O dia oficial da independência grega foi escolhido pelo governo para ser celebrado a cada 25 de março, honrando a revolução de 1821, que permitiu que a nação pudesse finalmente se libertar das garras da morte do cruel Império Otomano.

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Curiosidades

Tanto é assim, que no final da parada militar, o próprio Pavlopoulos reforçou que a Grécia, como nação, tem a necessidade imperiosa de ficar em uma condição de união, no sentido de defender o seu território e proteger os assuntos que são considerados de interesses nacionais.

Não é à toa que existe um ditado secular no país, de que “a Grécia não morre jamais”, pois o povo que atravessa a falta de dinheiro é rico em história e ensinamentos do que é democracia e outros legados ao mundo.

A Grécia, embora seja pequena é uma terra de muitos contrastes.

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