Na África, as tarefas mais comuns, dependendo da região, podem ter grau elevado de perigo em função da natureza selvagem que circunda povoados.

Esta semana a imprensa internacional destacou que uma criança de oito anos de idade foi encontrada dentro de um crocodilo. A vítima teria sido morta no Zimbábue, onde boa parte do território é formado pelo habitat de várias espécies do temido réptil.

O menino estava desaparecido há alguns dias e familiares promoveram uma campanha de busca que contou com vários colaboradores.

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Como lá os ataques são comuns, moradores da região de Mushumbi Pools se juntaram para examinar espécimes dos animais que povoam as proximidades. Eles e os parentes tinha suspeitas de que a criança havia sido comida por um destes animais.

Infelizmente, a teoria acabou se confirmando. Quando os caçadores localizaram o réptil com características semelhantes a uma espécime que já havia sido vista rondando as proximidades da casa dos pais do garoto, eles resolveram imobilizá-lo. Mas para ter a certeza, tiveram de abater o animal. Ao abrir o corpo do bicho, encontraram na barriga os restos mortais da criança.

Algumas imagens fortes da identificação acabaram sendo compartilhadas na internet e viralizaram nas redes sociais ao redor do mundo.

Recentemente, um jogador de futebol de Moçambique, também na África, foi capturado e morto por um crocodilo. O atleta de 19 anos era da cidade de Tete, no oeste do país. O ataque aconteceu quando ele treinava perto de um rio, denominado Zambeze.

Depois de fazer alguns exercícios, ele colocou as mãos na água para refrescar um pouco o rosto.

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Nesse momento, o bicho que estava imerso deu o bote e puxou o jogador para dentro do rio.

Estevão Alberto Gino era titular de um clube de segunda divisão, chamado Atlético Mineiro de Tete. Dois moradores locais que estavam perto chegaram a testemunhar a cena, mas como foi tudo muito rápido, não tiveram a chance de ajudar.

Em áreas como estas, as pessoas não contam com água corrente, e por isso utilizam muito os rios para higiene, apesar dos perigos.