O céu não é de brigadeiro e também o mar não está para peixe, ou seja, as relações diplomáticas não apresentam calmaria e nem equilíbrio, necessários à segurança da humanidade, ao menos no que se refere às tratativas entre os Estados Unidos e outros países considerados inimigos em potencial, ou abertamente declarados pelo governo de Washington. Nos últimos dias foi a vez de uma base aérea síria ser atacada por 59 mísseis lançados de duas embarcações militares ancoradas no Mar Mediterrâneo, provocando uma crise perigosa entre Donald Trump e o presidente russo Vladimir Putin, principal aliado e apoiador da Síria de Bashar al-Assad.

Paralelamente, algo ainda pior pode estar por vir, uma vez que exatamente neste momento, um grupo de ataque da Marinha norte-americana avança rapidamente através do Oceano Pacífico em direção à conturbada militarmente península coreana, conforme veiculou uma determinada fonte do governo dos EUA, que preferiu não se identificar, à agência internacional de notícias Reuters.

Não é de hoje que o dirigente Kim Jong-um da Coréia do Norte insiste em testes seriados de mísseis balísticos, preocupando a vizinha Coréia do Sul, o Japão, e fazendo com que até mesmo a China, aliada de anos, criticasse a postura de Pyongyang.

Os exercícios militares em questão só aumentam a tensão entre os EUA e este país asiático específico.

Carl Vinson é o nome de batismo do grupo de marinheiros norte-americanos, cujas embarcações são compostas inclusive por um poderoso porta-aviões e que teriam zarpado do porto de Cingapura diretamente para as adjacências marítimas da península coreana.

O informante dos Estados Unidos disse literalmente o seguinte sobre mais esta manobra militar do seu governo em âmbito mundial: “sentimos que o aumento da presença (na região) é necessária", já que Pyongyang continua insistentemente a executar suas próprias manobras militares, ignorando os avisos de alguns países.

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Curiosidades

Já Kim Jong-um não abre mão da soberania da Coréia do Norte enquanto nação soberana e com o direito legal de exercer sua própria defesa frente às forças imperialistas dos norte-americanos.

O que está por vir nos próximos capítulos da política militar e econômica na esfera global é uma grande incógnita; entretanto, infelizmente, uma certeza paira na atmosfera do planeta, onde as condições de “paz e segurança” parecem estar cada vez mais distantes de todos.

Vídeo com o poder de destruição do porta-aviões Carl Vinson

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