As ameaças mútuas de agressão, defesa territorial e mesmo guerra declarada, não param de aumentar entre a pequena nação, mas munida de armas nucleares, que é a Coreia do Norte e a superpotência dos Estados Unidos. Esse último país sempre fez questão de demonstrar na prática que é um aliado fiel de um vizinho norte-coreano, que no caso é a Coréia do Sul. Vale frisar que já houve uma guerra entre as duas nações asiáticas que se iniciou em 1950 e só foi acabar em 1953.

Justamente diante de um contexto tão adverso e que ameaça milhares de vidas, se não milhões, a Embaixada brasileira estabelecida na Coreia do Sul, arquitetou um chamado plano de fuga em caráter oficial, caso a guerra na península coreana realmente aconteça nos próximos dias ou até horas.

Tanto é assim, que pelas informações liberadas até agora, é um adido militar brasileiro que detém o controle das informações sobre a dinâmica do plano de fuga referente às autoridades e cidadãos do Brasil que estão na Coreia do Sul, isto é, há aproximadamente 1,2 mil pessoas de cidadania brasileira registradas na Embaixada do Brasil na capital sul-coreana que é Seul.

O Itamaraty foi procurado pela agência internacional de notícias russa Sputnik no dia 17 de abril para dar maiores esclarecimentos sobre o tema, mas não forneceu nenhum retorno à imprensa, só falando que responderá “com a brevidade possível”.

É de conhecimento mundial que o Brasil, por sua vez, se mostra contrário aos exercícios e testes balísticos efetuados pela Coreia do Norte, sendo que muitos dos mísseis daquela nação estão aptos tecnicamente a transportar ogivas nucleares, que inclusive têm a chance de atingir o território continental dos Estados Unidos.

O Itamaraty se diz solidário com a fala do Secretário-Geral e do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas), os quais vêm repetidamente afirmando que os exercícios militares da Coreia do Norte, com a prática dos disparos de mísseis, colocam a todos os que estão mais próximos, e nem tão próximos assim, em perigo real.

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Curiosidades

“O Brasil reitera seu apoio à desnuclearização da Península Coreana”, complementa um comunicado oficial do Itamaraty emitido no mês de março de 2017.

Entretanto, alguns críticos falam que o Brasil como um todo deveria estar mais preocupado em resolver os seus próprios problemas internos, tais como as crises política e econômica sem precedentes na história nacional, a supressão dos direitos sociais da população conquistados a duras penas e focar na retomada do crescimento do país como um todo.

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