Será que vai ter chuva de Tomahawk? O ditador Kim Jong-Un está com seus dias contados. Assim declarou a reportagem do site da 'Veja', que relata a união dos Estados Unidos e a China, para cortar as asinhas nucleares do ditador.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump e o presidente da China, Xi Jinping, conversaram pelo telefone, e reafirmaram a urgência de pôr um fim nas ameaças que o ditador vem fazendo em programas balísticos e nuclear da Coreia do Norte.

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Ambos prometeram entre si, cooperar para que seja feita a desnuclearização da península coreana.

A embaixadora Nikki Haley disse que não se descarta um possível ataque preventivo, se caso a Coreia do Norte fizer algum teste de míssil balístico de médio alcance, que teoricamente, poderia levar uma ogiva nuclear até o Japão.

Ao que tudo indica, as alianças estão se formando entre as maiores potências econômicas do planeta, que estão de acordo com Trump para eliminar o que o presidente dos Estados Unidos chamou de 'encrenca'.

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Não se sabe se a possível aliança será com ou sem Kim, que se caso não parar, poderá ser, gentilmente convidado a se retirar do poder. Embora não exista ainda a confirmação dessa união entre todos, basicamente, o que tem que ocorrer é a paralisação dos testes com bombas nucleares e mísseis.

Porém, segundo as informações da 'Veja', o ditador não está preocupado com as uniões entre os país. tanto que, nesta terça-feira, realizou um grande exercício militar, com fogo real, bem próximo a cidade de Wonsan, de acordo com as informações repassadas por fontes do governo da Coreia do Sul.

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O governo dos Estados Unidos enviou o submarino nuclear USS Michigan, na segunda-feira (24) para o litoral da Coreia do Sul, como uma espécie de demonstração de força, com o objetivo de intimidar o ditador, que parece não se importar, e ainda disse que irá reforçar suas 'medidas de defesas com armas nucleares'.

Ainda nesta terça-feira, o ditador declarou ao editorial de um Jornal local, chamado 'Rodong Sinmun' que está pronto para atacar alvos, e citou Washington e Seul, e sem aviso prévio.

Diante das ameaças iminentes, o presidente Trump convocou o Senado para uma reunião, onde vários membros importantes da administração americana irão estar presentes. A reunião está marcada para essa quarta-feira (26), para falar sobre a Coreia do Norte.

O objetivo da reunião será passar instruções a oficiais e funcionários da administração nacional.

Fato que, é extremamente raro, uma participação geral do Senado, o que mostra a preocupação de Trump às ameaças do ditador dos possíveis ataques com armas nucleares.

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