Não é desconhecido de ninguém o desejo de adolescentes e jovens de serem aceitos, de fazerem parte do grupo popular e serem reconhecidos e admirados em suas escolas. Este fato pode até não ser algo novo, mas o que eles têm sido capazes de fazer para alcançar a popularidade está começando a sair dos limites.

Recentemente, uma mãe passou por um de seus maiores pesadelos: seu filho, um adolescente com apenas 13 anos de idade, foi parar no hospital por consumir, por quase três dias seguidos, doses de vodca que seus colegas levavam para a escola em garrafas de refrigerante.

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O garoto consumiu as doses exageradas da bebida alcóolica para impressionar os meninos considerados “populares” em sua escola e sofrer uma grande pressão para ser aceito.

A mãe, Jo Owens, que mora na cidade de Somerset, no estado americano da Pensilvânia, percebeu que havia algo de errado com o filho após socorrê-lo caído no jardim. O adolescente estava incapacitado de falar, os sentidos apresentavam-se seriamente comprometidos e ele não parava de vomitar.

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Desesperada, Owens correu com o filho para o hospital mais próximo.

A princípio, os médicos suspeitaram de meningite e até cogitaram a possibilidade de um derrame, mas exames toxicológicos mostraram que o menino tinha 3 vezes mais a quantidade de álcool no sangue que o limite tolerado para dirigir. O menino foi diagnosticado com intoxicação alcoólica e chegou a correr risco de morte.

Mãe desabafa em rede social

Através de um post no Facebook, publicado no final de semana, Jo Owens desabafou sobre o ocorrido com o filho e a pressão que os jovens sofrem para serem aceitos no âmbito social.

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“Descobrimos com a escola que, por três dias, ele tomou shots de vodca que os meninos 'populares' levavam em garrafas de refrigerante. Ele queria impressioná-los para se integrar a eles. E quase morreu”, ela relata.

A mãe resolveu compartilhar a experiência traumática que passou a fim de alertar outros pais e também para chamar a atenção para a pressão que os adolescentes e jovens sofrem para se sentirem aceitos e serem considerados “populares”.

Após quase perder o filho, Jo Owens, que definiu a situação como sendo a pior já vivenciada durante seus 13 anos de maternidade, achou que era extremamente necessário e importante relatar e tornar o caso público para que a situação não seja ignorada e sirva como exemplo para outros jovens e pais. "A pressão de ser aceito é real e pode ser fatal".

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