Este cenário de guerra que vive a Venezuela, teve seu início em 2013, quando Hugo Chávez ainda era o presidente do país. O país mantinha a sua alta produção de petróleo que os colocava entre os 10 (dez) maiores produtores do mineral no mundo, além disso o país também tinha um crescimento constante de seu PIB com a extração de gás natural em usinas no sul do país.

Com esta combinação e a venda para fora destas duas fontes naturais, rendiam ao país cerca 96% da renda do PIB nacional, até a derrocada ter seu início no fim de 2013.

Os Estados Unidos segundo maior produtor de petróleo do mundo, tem um crescimento exponencial na produção, o que faz com que a Arábia Saudita (uma das concorrentes do país sul-americano), diminua em quase um 1/3 o valor da venda de seu petróleo. Causando assim uma quebra considerável no PIB (Produto Interno Bruto) da Venezuela.

Nicolás Maduro tenta reverter a situação

O presidente do país Bolivariano, Nicolás Maduro, se vendo em uma queda sem fim, propõe uma lei chamada de Controle Artificial da Inflação, na qual impõe limites sobre o preço dos produtos de comerciantes e empresas nacionais.

Como consequência a base dos afetados pela lei, acabam tendo prejuízos nas suas mercadorias e acabam levando os negócios a falência.

Pouco tempo depois dessa queda do PIB e o país sendo visto com uma grave crise política, se tem o início, na capital do país, Caracas, algumas revoluções contra o governo Chavista de Nicolás Maduro.

O presidente tenta barrar sua queda do poder

O bolivariano Maduro, vendo o poder ser ameaçado pelo início das revoltas, convoca uma assembleia constituinte para que haja a revisão da constituição do país e que se necessário seja feita mudanças pontuais que privilegiem o governo e tentem diminuir a crise que neste momento já esta instalada no país.

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Política

Invasão a assembleia causa tumulto na capital Caracas

Durante a assembleia convocada, houve a invasão de cerca de 100 (cem) manifestantes pró governo Maduro, que tentam impedir que os oposicionistas ao governo, que são maioria, dessem continuidade a reunião. Segundo fontes dos jornalistas Venezuelanos presentes no local, a guarda Bolivariana, que protege os parlamentares, assistiu tudo permitindo a invasão dos revolucionários pró Maduro.

Cerca de 10 (dez) pessoas ficaram feridas, sendo eles parlamentares que foram agredidos com paus e pedras, além de alguns jornalistas que relataram terem sofrido ataques em meio ao tumulto.

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