Neste último sábado, (8), os Estados Unidos da América, governados por seu presidente #Donald Trump, enviaram dois bombardeiros para a realização de testes na Coreia do Sul.

Segundo a imprensa, a atividade seria uma forma de demonstrar poder bélico e força por parte de Trump e seus aliados, respondendo ao lançamento de um míssil balístico intercontinental feito pela #Coreia do Norte, que foi anunciado por eles com declarações de que o tal míssil teria a capacidade de carregar uma ogiva nuclear inteira.

Depois deste lançamento, Trump teria declarado que responderia aos ameaçadores testes nucleares feitos por Kim Jong-um, ditador líder do país.

A imprensa Coreana publicou que os treinamentos dos EUA seriam provocativos e que isso poderia acabar gerando uma #Guerra nuclear, pois qualquer erro ou falha de alguém poderia ter gerado danos irreparáveis e, com isso, acionar uma guerra nuclear, portanto teríamos o inicio de uma nova guerra mundial, com consequências sérias a todas as nações.

Foram simulados ataques de precisão, partindo da base aérea norte americana de Anderson, situada na ilha de Guam. Essa informação partiu do porta-voz das Forças Aéreas da Coreia, para a agência “Yonhap”.

Os aviões do modelo B-1B Lancer, que sobrevoaram o Mar do Japão, foram acompanhados por jatos dos Estados Unidos e também da Coreia do Sul. Eles sobrevoaram das fronteiras que fazem a delimitação entre Coreia do Norte e Coreia do Sul. E depois voaram juntos com Caças da Coreia do Sul, (F-15K, e F-16), no leste, província de Gangwon, para treinar os ataques com fogo de verdade, contra as instalações da Coreia do Norte.

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Tudo isso foi explicado em declaração pelo porta-voz.

A operação também simulou a destruição de um Bunker nuclear, de lançadores de mísseis e de várias instalações do inimigo.

Especialistas em situações de guerra e armamentos bélicos, revelaram que o lançamento do míssil sul coreano tem possibilidade de chegar até o Alasca e Havaí. Também consideram que o teste representa um avanço importante nas intenções da Coreia de construir uma arma bélica que possa atingir o continente americano.

Moon Jae-in, que é o presidente da Coreia do Sul, disse que esse lançamento feito pela Coreia do Norte significaria que o país vizinho estaria em um ritmo mais acelerado do que se imaginava em se tratando de guerra e armamentos nucleares.

Apesar do clima de tensão que se instaurou depois das atitudes dos chefes de estado, ambos afirmam que pretendem resolver todas as questões da forma mais pacífica e diplomática possíveis.