Algumas histórias são realmente inacreditáveis. Recentemente, o tabloide inglês ‘’Daily Mail’’ divulgou o caso de um recém-nascido que acabou ficando ‘’grávido’’ do seu próprio irmão gêmeo [VIDEO].

O feto, na verdade, como mostra uma reportagem do portal de notícias R7, estava atrás do estômago da criança. Apesar de ser muito pequeno, o irmão do "bebê grávido" já tinha braços, pernas e até um cérebro desenvolvido.

Médicos ficam chocados ao descobrirem que bebê está 'esperando' por irmão

Em entrevista ao ‘’Daily Mail’’, o médico Bhavna Thorat, que trabalha como radiologista, descobriu que algo estava errado no bebê, quando fez um exame de rotina logo no início de sua vida.

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A criança, após nascer, passou por exames de rotina e a barriga dela chamou atenção dos especialistas.

Logo, descobriu-se que dentro de sua barriga existia o feto de outra criança.

O especialista ainda explicou que o feto do "Bebê Grávido" tinha até mesmo ossos, tanto das mãos, das pernas e que todos eles podiam, inclusive, ser vistos em um simples raios-X, mesmo com o feto sendo muito pequeno.

'Havia uma minúscula cabeça de bebê dentro do bebê', revela médico

O especialista contou também que o feto já tinha até alguns órgãos desenvolvidos, como o cérebro. Mesmo assim, ele não tinha a ossada do crânio, o que impossibilitaria sua vida. Ao todo, o feto que não nasceu, tinha 7 cm.

Os médicos precisaram fazer uma espécie de cesárea para retirar a massa que estava dentro da "criança grávida". Apesar do susto, o bebê que nasceu de tamanho normal, está bem. Sua mãe, que mora na cidade de Mumbra, na Índia, tem apenas 19 anos e também está bem.

Feto estava comendo o próprio irmão para sobreviver, o que obrigou cirurgia de emergência

Em entrevista, o ginecologista Neena Nichlani, explicou que o feto ainda estava vivo quando foi feita a cirurgia.

Ele disse, inclusive, que ele era o que pode ser chamado de parasita. Isso porque estava se alimentando das entranhas do próprio irmão.

Neena diz que essa é uma gestação de gêmeos conhecida pelo nome de monozigótica. Eles estavam dividindo a mesma placenta da mãe. O que aconteceu foi que, durante a gestação, um dos bebês acabou se envolvendo no outro, roubando a nutrição que parte da mãe pelo cordão umbilical.

Apenas 200 casos como esse foram registrados no mundo em toda a história. Ou seja, isso é raríssimo. Veja abaixo uma reportagem sobre o caso através de um vídeo com fotos do procedimento que foi feito na criança: