Trump correu para iniciar uma jornada ao acaso diplomático, após a derrocada decisão diplomática de restringir os EUA ao protecionismo extremo junto ao G20 e ainda denunciar o Acordo de Paris, parece que, enfim, numa luz abriu mão de sua petulância internacional (demonstrada no twitter) que não é compatível com os governos americanos que em regra sempre buscaram proximidade a nações estratégicas aos seus interesses.

Numa suposta virada de sua “caverna” diplomática, Trump foi até a Espanha, lá esteve publicamente afirmando que a Espanha precisa continuar unida em alusão a possibilidade de secessão que vive a Espanha devido o fortalecido movimento separatista Catalão que há muito requer sua autodeterminação.

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Trump jogou palavras aos ouvidos do líder espanhol. Sabe-se que militarmente a Catalunha não representa nada para uma possível aliança com os EUA. Tudo pode indicar que Trump está de fato em busca de uma aliança para seus possíveis empreendimento militares futuros.

A Espanha não é das melhores escolhas para os EUA, dentre o leque enorme de possibilidades, porém, não se sabe ao certo qual seria a estratégia de Trump de modo que o líder norte americano poderá a qualquer momento apresentar-se unido a demais nações.

Todavia, em relação a Espanha não se pode ouvidar que há algumas diferenças diplomáticas históricas entre os dois países o que pode afetar uma boa missão entre as duas nações, dentre elas, a demora da Espanha em reconhecer a independência americana e também uma guerra que ocorreu entre as duas nações.

É preciso lembrar que Bush também buscou a Espanha em seu governo antes quando estava em plena escalada militar para o Afeganistão.

Por outro lado, Putin chega ao Estado Turco onde o palco diplomático histórico também não é dos melhores, mas na atualidade, ganha ares de pacto bilateral entre as nações em vários setores.

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Tanto é que Putin foi recebido com uma bela homenagem militar turca. Em se tratando de conflitos internos, a Turquia vive um caos histórico em relação aos curdos que pleiteiam sua autodeterminação.

As missões estratégicas diplomáticas de Putin e Trump buscam formalizar alianças e parece que ninguém dá um passo a menos nessa história, são passos exatos, medidos e calculados. Veja a semelhança entre Espanha e Turquia, duas nações que vivem conflitos internos, duas nações potentes militarmente e que podem formalizar alianças a qualquer momento.

Aguardamos os próximos passos de Putin e de Trump no mundo diplomático para auferir destes líderes estratégicos mundiais qual deles obterá em seus mandatos melhores alianças e integração para seus Estados.