O Japão foi sacudido nesta quarta-feira (20), por um terremoto de magnitude 6,1 na escala de Richter [VIDEO], conforme divulgado US Geological Survey (USGS) agência de geofísica norte-americana.

No informe (USGS), informou que o tremor teve seu epicentro a 281 quilômetros, da cidade de Kamaishi, a profundidade de 10 quilômetros, na costa do mar japonês.

Até o momento, não há registro de vitimas ou prejuízos causados pelo tremor, não se sabe também se o abalo sísmico pode ser sentido em território japonês. O "sistema de alerta" de Tsunami está atento.

A agência norte americana ainda informou, que apenas a ilha de Honshu (a maior ilha do Japão), sentiu o abalo e que o risco de destruição é mínimo.

O país é localizado em uma área de riscos para sismo, o território está sobre a junção de quatro placas tectônicas, mais de 20% de todos os terremotos fortes registrados no planeta acontecem na região. Dado a incidência de abalos, o Japão se preparou, hoje os danos causados por tremor de terra são limitados, a população é treinada a enfrentar as situações de risco com naturalidade e o padrão de engenharia é moldado para resistir aos mais fortes tremores.

Em 2011, um Terremoto de magnitude 9,0 na escala Richter, provocou um Tsunami, com ondas de 15 metros de altura, provocando um desastre nuclear na cidade de Fukushima, foi o pior acidente nuclear da história, desde o desastre de Chernobyl, cerca de 18.000 mortes e desaparecidos sem contar prejuízos financeiros imensuráveis. Fukushima está a 300 quilômetros do epicentro deste novo terremoto.

Contudo, desta vez, os especialistas prevêem que o terremoto não terá força para causar grandes danos.

O terremoto aconteceu menos de 24 horas antes de outro tremor poderoso ocorrido na Cidade do México, que deixou centenas de mortos e feridos.

O mundo em constante transformações tem dado sinais nítidos de esgotamento. A humanidade terá que se reinventar diante desta nova realidade. As autoridades internacionais tem debatido sobre assunto e não há consenso sobre o que fazer. Recentemente o Acordo de Paris foi assinado por líderes mundiais, com o intuito de melhorar os impactos da ação do homem no clima. No entanto, um dos maiores poluidores do planeta, os Estados Unidos, que tinha assinado acordo com o ex-presidente Barack Obama. Com Donald Trump, a postura de seu governo mudou, ele não concorda com os termos e não pretenderá seguir com o acordo.