Uma adolescente afirmou que dois policiais da polícia de Nova York a estupraram enquanto ela estava detida e algemada na cidade de Coney Island. Ela se apresentou no Twitter para descrever seu "choque" em sua reivindicação, para dizer que não foi consensual.

A menina de 18 anos, resolveu postar no Twitter os momentos de terror que passou. Usando o nome de Anna Chambers, ela compartilhou vários links na sexta-feira (29), contando a terrível história que viveu e fazendo reivindicações, para que todos saibam o que ela passou.

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"COMPARTILHE ISTO, sim é sobre mim", esse tweet já foi excluído e a menina se recusou a dizer seu nome real, mas seu advogado, Michael David, confirmou que a conta era autêntica.

"Ela ficou chocada quando os policiais disseram que era consensual. Foi então que ela resolveu se manifestar", disse David ao New York Post.

"Ela só quer que todos saibam que é uma mentira absoluta que isso foi consensual. Ela foi estuprada. Ela foi violentamente estuprada algemada. É a verdade. Ela está envergonhada. Ela está muito deprimida por isso. Toda a sua vida mudou após essa experiência. Ela tem medo da polícia, e ela realmente quer que a justiça seja feita nesse caso", revelou o advogado.

Enquanto isso, os dois detetives no centro das reivindicações chocantes foram identificados como membros do esquadrão de narcóticos do Brooklyn, Richard Hall e Eddie Martins, estão sendo acusados de abuso sexual. O supervisor dos dois policiais resolveu tirar os distintivos e armas além de mudar seu local de trabalho, até que as investigações terminem.

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Os dois detetives não negaram os Atos sexuais, mas alegaram que eram consensuais.

A jovem [VIDEO] afirma que os policiais a estupraram, e que ambos os homens a forçaram a dar-lhes sexo oral no estacionamento depois que eles a pegaram fumando em Coney Island, em 15 de setembro. A jovem diz que pediu ajuda do NYU Langone Hospital, em Nova York, após o incidente. Ela também falou com um amigo sobre o suposto ataque sexual e denunciou isso aos policiais.

O escritório do procurador do distrito de Brooklyn está agora investigando as reivindicações da adolescente, junto com o Escritório de Assuntos Internos, que já convocou vários policiais para questionar. O chefe do sindicato de detetives locais recusou-se a comentar, citando a "investigação ativa".

Um dos amigos da jovem, um homem de 24 anos, disse ao The Post que os oficiais vasculharam o carro e encontraram suas pastilhas Prozac e pílulas Klonopin dentro da bolsa da jovem. O amigo falou sob condição de anonimato, temendo a retaliação da polícia.

"Eles disseram que a jovem não tinha permissão para andar com uma substância controlada, e que ela tinha que ser detida, vi eles algemando e levando para a delegacia próxima ao local", contou o amigo da vítima.

Porém ele conta que foi procurar a sua amiga no Departamento, mas informaram que ninguém havia dado entrada. Foi então que ele a encontrou em estado de choque e chorando. "Eles me forçaram a fazer sexo com eles. Não posso acreditar que isso esteja acontecendo", declarou.

O amigo levou a jovem para casa, depois levou-a ao Hospital Montefiore com a mãe aproximadamente uma hora depois. Trabalhadores do hospital chamaram a polícia, disse o advogado.