De acordo com os sites Mail Online e Telegraph, um professor recém-qualificado do Reino Unido [VIDEO] está processando uma Escola preparatória exclusiva para garotas – que custa aos pais cerca de £ 10 mil por ano (quase R$ 42 mil) – por demissão injusta e quebra de contrato, após ter deixado que suas alunas de seis e sete anos de idade usassem os computadores do liceu da forma que desejassem. A atitude do educador acabou se mostrando uma ideia desastrosa [VIDEO], já que as meninas acessaram pornografia pesada e o incidente lhe custou o emprego.

Werner Nel, que lecionava Tecnologia da Informação (TI) na instituição de ensino Brockhurst and Marlston House School, situada em Berkshire, na Inglaterra, deu total liberdade durante uma aula no mês de abril deste ano para que as garotas navegassem na internet.

Usando o Google, as alunas digitaram termos como "roupa íntima da rainha" e "meninos nus" – o que as direcionou para sites adultos, e fez com que elas começassem a rir ao se depararem com as imagens explícitas que foram exibidas em monitores.

Quando percebeu o que estava acontecendo, Nel fechou os arquivos, e mais tarde, alegadamente tentou apagar o histórico de pesquisas registrado no sistema computacional, para que o deslize durante a aula não fosse descoberto pelos seus superiores. No entanto, os gestores da escola ficaram sabendo dos fatos depois que algumas das meninas disseram aos seus pais que haviam visto "willies in mouths" (“pênis em bocas” em inglês) na escola.

Demissão e processo

Segundo o Telegraph, a gerente de RH da Brockhurst and Marlston House School, Rachel Harper, revelou que após ficarem cientes do ocorrido, alguns administradores da instituição foram até a sala de TI, e acessando o histórico registrado, puderam ver várias imagens de pornografia pesada (hardcore) envolvendo homens.

Os melhores vídeos do dia

Além disso, Harper notou que quando Werner Nel apresentou documentos para explicar seu lado da história, os registros de pesquisas feitas em dois terminais da sala de aula haviam desaparecido.

Chris Jones, um consultor de Tecnologia da Informação contratado pela escola, afirmou que o histórico original das buscas foi excluído e o relógio do sistema alterado, para que assim uma nova consulta à web fosse registrada no mesmo horário em que o acesso à pornografia aconteceu originalmente.

Com essas evidências em mãos, a instituição de ensino decidiu demitir Nel alegando má conduta. Entretanto, uma análise realizada por especialistas da empresa Answers Investigation concluiu que a mudança nos termos da busca teria sido feita antes mesmo que o professor pudesse ter logado no sistema da escola no dia seguinte em que haveria aula após o incidente, o que deu ao instrutor um álibi a ser usado no processo que ele está movendo contra o liceu.

Em uma carta lida no tribunal que está julgando o caso, Nel afirmou que a instituição de ensino o tratou como um "bode expiatório", ao assumir em primeira instância que ele foi o responsável por alterar o histórico de internet.