Segundo artigo publicado pelo tradicional jornal britânico The Guardian, o gabinete da administração interna do Reino Unido, pasta sob comando da primeira-ministra Thereza May, estaria cogitando adotar medidas para restringir a imigração de todos que não sejam trabalhadores altamente qualificados, o teor do documento com mais de 80 páginas e divulgado como sendo de caráter altamente sensível, está sendo considerado como cruel, por parlamentares de oposição ao governo de May.

A chanceler britânica já havia dado alguns indícios de que seu plano de governo pós-Brexit, deve ter uma postura diferente da adotada pelos seus antecessores. Entre as propostas presentes no documento, está a predeterminação do tempo de residência no país, com a concessão de visto de permanência temporária por no máximo (02) anos aos imigrantes que não tenham nenhuma qualificação específica, já para os que comprovarem uma qualificação específica para a demanda interna, poderão permanecer entre (03) três e (05) anos, isso após uma análise curricular.

Para os empresários europeus, as novas medidas a serem adotadas a partir de março de 2019, se mantendo o Brexit como alarmantes, setores do varejo, de alimentos e de assistência social podem ser os mais prejudicados por ainda dependerem de mão de obra essencialmente estrangeira, comprometendo negócios e a qualidade dos serviços, podendo tornar a permanência de profissionais que não se enquadrem no perfil de qualificação exigido pelas novas regras quase impraticável.

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Curiosidades Vagas

As 82 páginas do documentos sintetizadas pelo The Guardian dão destaque ao trabalhador britânico e à economia do Reino Unido de forma direta, reposicionado a ótica sobre a política de imigração, indicado, inclusive, como "assunto oficial delicado" pelo próprio editorial do diário inglês.

A assessoria de comunicação do governo britânico preferiu não comentar a análise do documento publicado no artigo do The Guardian, se limitando em apenas afirmar que há um levantamento que considera os resultados dos últimos (12) meses de estudo e direcionados ao Comitê Consultivo de Migração, a fim de avaliar a influência da migração e como mantê-la sob controle após a saída do Reino Unido da UE.

O porta-voz em Londres seguiu dizendo que o plano de ação da premiere Thereza May para admissão de novos imigrantes devem ser propostas iniciais para um novo sistema imigratório, a fim de recuperar o controle das fronteiras do Reino Unido.

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