Um homossexual revelou como ele quase se suicidou e sofreu de transtorno de estresse pós-traumático após ter sido abusado sexualmente por uma Mulher. Frank McGowan, de 36 anos, e natural de Glasgow, na Escócia, foi atacado por Cheryl Cottrell, de 30 anos, em uma festa. A mulher sabia que ele era gay e estava fazendo vários comentários "doentios" por causa disso, e perguntou até se ele dormiria com ela. Perante a resposta negativa do homem, ela acabou abusando dele [VIDEO] e agora, ele conta como esse ataque mudou sua vida.

Tudo aconteceu em uma festa, em casa, e com muito álcool. Eles se conheceram e Cheryl percebeu que ele era homossexual, o que teria despertado alguma curiosidade na jovem.

Ela passou a noite se insinuando a ele e percebendo sua negação, ela o seguiu até a cozinha, onde teria abusado do jovem, quando ele se inclinou para pegar algo.

Ela foi considerada culpada de agressão sexual e foi condenada a realização de 120 horas de serviço comunitário. Ela também foi colocada no registro dos infratores sexuais, uma vez que seu ataque foi considerado como abuso sexual, e não como estupro.

No entanto, McGowan, um cineasta promissor, disse que o castigo não coincidiu com o crime que ela cometeu disse que sua vida havia sido destruída pelo ataque nessa festa. O homem contou como isso mudou tudo em sua vida e que foi a causa para o final de seu relacionamento, com seu parceiro. Ele se separou e foi forçado a se mudar de casa. Durante meses, ele sofreu com memórias e ataques de pânico, e que o trauma do julgamento o levou a desenvolver o transtorno de estresse pós-traumático e ele mesmo pensou em suicídio.

Renunciando ao seu direito ao anonimato, ele disse ao jornal Daily Record: "Tem dias em que eu não consigo sair da cama, porque ainda estou com medo. Eu me levanto e fico soluçando incontrolavelmente. Ainda me sinto vazio, sem esperança e perturbado. Eu me senti como o único cara no mundo que passou por essa violência nociva". O homem contou ainda como foi a provação desse ato com essa mulher, dizendo: "Eu não podia acreditar no que estava acontecendo, foi um assalto brutal e doloroso. Eu estava sangrando e me senti como se estivesse sendo estuprado [VIDEO]por essa mulher horrível".

Cheryl negou essas acusações, mas ela foi mesmo considerada culpada de agressão sexual, após um julgamento no tribunal de Glasgow, uma castigo muito brando na opinião da vítima. "O castigo foi ridículo. Me disseram que se fosse um homem fazendo isso com uma mulher, a sentença seria de cinco anos de prisão", disse ele.