O menino Gabriel Fernandez, de apenas oito anos de idade, teve sua vida ceifada em 2013, quando seu padastro, Isauro Aguirre de 32 anos, o torturou psicologicamente e fisicamente, pelo simples fato de seus trejeitos serem considerados afeminados pelo homem que se casou com sua mãe e deveria protegê-lo.

Alegando que a feminidade do menino o aborrecia e fazia com que a imagem da família que constituíra ao lado de sua parceira, estava sendo manchada por Gabriel e seu jeito gay [VIDEO].

Passando a abusar psicologicamente do enteado, Isauro, começou a travestir o menino, obrigando o mesmo a utilizar roupas femininas e andar de salto alto pelas ruas de Los Angeles, na Califórnia, Estados Unidos.

Causando uma série de traumas e fazendo com que o menino ficasse amplamente constrangido e exposto ao ridículo diante das pessoas e demais crianças de onde morava, o padrasto insistia em afirmar publicamente que Gabriel era homossexual e adorava andar daquela forma pelas ruas da cidade.

Com raiva da criança, Isauro torturou e matou o enteado

Inconformado com a forma que o enteado agia e interagia com as pessoas, sempre demonstrando estar feliz e sorridente, Isauro passou a nutrir a cada dia mais raiva do menino, bem como a julgar seus comportamentos como demasiadamente afeminados.

Se mostrando extremamente machista e intolerante, o padrasto passou além de abusar psicologicamente do garoto e expôr suas dúvidas quanto à orientação sexual do menino de oito anos a sociedade, a também abusar fisicamente do enteado, aplicando-lhe castigos dolorosos e cruéis como obrigá-lo a ingerir as próprias fezes, caminhar longas horas pelas ruas da cidade, queimá-lo com cinzas de cigarro, espirrar spray de pimenta em seus olhos e agredi-lo com barras de ferro.

Homem alega não ter torturado o enteado e busca artifícios para quando condenado, ter sua pena reduzida

Buscando artifícios que façam com que sua pena seja reduzida na Justiça americana, Isauro vem tentando convencer o júri de que nunca torturou o menino e que a morte do mesmo ocorreu de forma acidental.

Contrariando o laudo pericial feito no corpo do garoto momentos após o óbito, que afirmam que o menino foi morto devido a golpes fatais na cabeça em outras diversas partes do corpo, atingindo em cheio, seus órgãos vitais, causando-lhe uma intensa hemorragia.

O caso, que ganhou grande repercussão entre os americanos começou a ser julgado nesta última segunda-feira (16) e está previsto para chegar ao fim até a tarde da próxima segunda-feira (23).