Amy Mattingly, de 32 anos, estava grávida pela primeira vez quando uma forte crise de diarreia e vômitos a forçaram a ir ao hospital, onde, em poucas horas, sua vida mudaria [VIDEO]e ficaria de pernas para o ar. Pouco depois de chegar ao hospital de Bristol, na Inglaterra, Amy perdeu seu bebê, que estava na 24ª semana de gestação, que foi o aviso para uma notícia devastadora sobre seu futuro.

"Foi devastador", conta o marido de Amy, Chris, que tal como a esposa, também trabalha de web designer, relembrando esse 1º de janeiro de 2017.

Gravidez muito difícil

Desde o início da gravidez que Amy começou a passar muito mal, mas ela acreditava que era tudo sintomas da gestação.

No entanto, no Réveillon, uma forte diarreia obrigou esta jovem a correr para o hospital, onde ela acabou tendo seu filho por parto natural. Infelizmente, o pequeno Leo nasceu sem batimento cardíaco e os médicos nada puderam fazer para ressuscitar o pequeno.

Amy e o marido Chris ficaram devastados. Eles haviam se casado em 2014 e estavam desejosos por ter filhos, o que deveria ter acontecido neste 2017. No entanto, o pequeno Leo não sobreviveu e Amy cada vez se sentia pior. Inicialmente, os médicos ainda pensavam que ela estava passando mal por sua situação de luto, mas. pouco depois, eles descobriram algo bem mais assustador. Amy estava muito doente, com câncer intestinal terminal.

"Já passei por tanto desde então, mas perder Leo foi absolutamente a pior parte disso. Nunca me disseram o motivo da morte, mas acho que foi por causa do câncer [VIDEO] e o que estava acontecendo com meu corpo", contou Amy, que perdeu peso durante toda a gravidez, em vez de aumentar.

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Sintomas indiciavam sua doença

Quando a diarreia e os vômitos persistiram após o trágico nascimento fetal, os médicos primeiro confundiram sua condição por um sintoma físico de seu sofrimento, mas outros exames revelaram que ela estava em estágio avançado de câncer. "Desde que perdemos Leo, fiquei cada vez mais doente e, embora eu tenha recusado ceder sem lutar, posso dizer que possivelmente só tenho semanas para viver", disse a jovem Amy ao jornal britânico Mirror, em reportagem publicada no dia 19.

A inglesa diz que sofreu com diarreia desde sua adolescência, mas que sua situação se agravou depois de ela engravidar em agosto de 2016. "Eu pensei que era exatamente como meu corpo estava reagindo à gravidez", ela continuou. "Eu tive anemia e muitas dores abdominais, mas pensei que era normal. Eu tinha o que eu pensava que era enjoo matinal", relembrou.

Diagnóstico terminal

No entanto, nada disso seriam os sintomas de gravidez, mas, sim, os primeiros sintomas de sua doença, que ela apenas teve confirmada em abril deste ano.

Por essa altura, já seu intestino estava "completamente preenchido com pólipos" e seu câncer já havia se espalhado para o fígado.

Em maio de 2017, ela teve uma cirurgia de cinco horas no hospital Southmead, em Bristol, para remover seu intestino. Ela também passou por quatro rodadas de quimioterapia e perdeu a maior parte de seu cabelo. Porém, há cerca de três semanas, foi-lhe dito que o tratamento falhou.

Os médicos estão apenas administrando tratamento paliativo e falaram que ela tem "meses de vida". No entanto, Amy se recusa em desistir. "Estou ansiosa para entrar em um ensaio clínico, para ter mais tratamento". No Instagram, ela vai compartilhando imagens suas, sempre de sorriso no rosto, em uma tentativa de conscientização para a doença.