De acordo com informações divulgadas pelos sites Mail Online e Metro, um homem que matou a socos a sua própria filha recém-nascida – a garota sofreu o ataque quando tinha apenas dois dias de vida – foi condenado nesta sexta-feira (6) pela justiça do Reino Unido a cumprir prisão perpétua pelo seu crime bárbaro.

Tudo aconteceu no dia 11 de julho deste ano, após Karen Bissett (21), mãe da garotinha – que foi batizada de Luna –, ter deixado a bebê aos cuidados de seu companheiro, Liam Deane (22), pois necessitava repousar um pouco na residência que o casal compartilhava na cidade de Wakefield, Inglaterra.

Enquanto a mulher dormia, Deane se manteve acordado durante a noite, pois a filha estava chorando continuamente. A situação continuou assim até que em determinado momento o pai ficou tão irritado que perdeu o controle por causa do pranto da menina, e em um acesso de fúria, atacou-a violentamente com socos, apertões e chacoalhadas intensas.

No dia seguinte ao ocorrido, Deane disse a Bissett que a garotinha havia sofrido uma suposta queda acidental.

O homem ainda chegou a contar esta mesma história para a sua mãe, acrescentando que a bebê tinha batido a cabeça no chão e estava com dificuldade para respirar.

A revelação da verdade

O serviço e emergência britânico foi acionado para dar assistência à criança, e uma ambulância foi enviada até a cena do alegado acidente. Socorristas constataram que o rosto de Luna estava muito inchado e ferido, e como o estado de saúde da menina era grave, ela foi prontamente levada para o hospital Leeds General Infirmary.

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Curiosidades

A recém-nascida permaneceu internada na unidade de terapia intensiva do estabelecimento durante três dias consecutivos, mas veio a falecer no dia 14 de julho devido aos ferimentos. Posteriormente, um médico realizou exames no pequeno corpo e concluiu que a bebê morreu em função de um traumatismo craniano – que segundo o profissional de saúde, deixou a garotinha com "lesões cerebrais catastróficas".

A polícia começou a investigar o incidente, e após ser pressionado pelas autoridades durante interrogatórios, Deane acabou admitindo que ele foi o responsável pelas lesões causadas na própria filha.

O julgamento do caso aconteceu no Tribunal da Coroa (Cown Court) de Leeds, e o magistrado Peter Collier sentenciou Liam Deane à prisão perpétua pelos seus atos, acrescentando ainda que o homem terá que cumprir pelo menos dez anos de detenção antes de poder fazer qualquer tipo de apelação à justiça a respeito de sua pena.

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